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happyness is everywhere

O Povo português é essencialmente cosmopolita. Nunca um verdadeiro Português foi português: foi sempre tudo. FP

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O Povo português é essencialmente cosmopolita. Nunca um verdadeiro Português foi português: foi sempre tudo. FP

Coitado do til...

A falar no escritório sobre a grafia das palavras, falámos de diversas palavras e fomo ter a óregãos.

Porque uma colega dizia que tinha visto no facebook sugestões de escrita dessa palavra com o acento em diversas das vogais, e inclusivamente com a sílaba gãos substituída por gons - óregons. Pois.

 

E eu disse que óregãos devia ser a única ou uma das únicas palavras com dois acentos. E claro, fomos logo à internet pesquisar e demos com:

Não há palavras em português com dois acentos.

 

Pois que o til não é um acento. É um sinal gráfico de nasalação. Pois.

E eu que tenho a mania que sou sabichona no que à lingua portuguesa diz respeito - esforcei-me muito como aqui expliquei, tive de engolir em seco...

 

Sete anões

A Desarrumada ontem publicou um post sobre os 7 anões.

E eu imediatamente tive um rewind para um estágio de raparigas em que participei quando era mais jovem e fazíamos competição.

 

O treinador recolheu-se e nós (devíamos ser 5 ou 6) fomos para a sala conversar mais um pouco. Às páginas tantas, a mais velha de nós puxou de uma cassete VHS (sim, foi há tanto tempo como isso...) e disse que íamos rir um bocadinho. Andámos a tentar ligar o leitor e lá começou o filme.

 

Era um desenho animado. A Branca de Neve e os Sete Anões.

Particularidade 1: Os Sete Anões eram todos amantes da Branca de Neve. 

Particularidade 2: Os Sete Anões tinham um pirilau quase até ao chão.

 

Mas juro, juro que era em desenho animado.

No dia seguinte no treino, só se ouviam risadinhas de cada vez que uma de nós fazia alusões ao filme.

Ainda hoje se ouvem essas risadinhas quando falamos disso... 

Livro Secreto- Round X

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Na continuação desta fabulosa iniciativa da M.J., e terminado que está o 10º livro, vamos iniciar o ano de 2018 com mais um livro. Atrasamo-nos um bocadinho este mês devido a problemas técnicos nos correios e às festas que não nos deu tanta disponibilidade para nos dedicarmos à leitura.

 

Trata-se de uma "comédia deliciosa", muito original e com um travo de competição que nos leva a tomar um partido. 

A  história passa-se em Nairobi e resumindo, num daqueles clubes de senhores, é iniciada uma aposta de cavalheiros. Essa aposta vai levar os dois rivais a anotar os pássaros observados durante essa semana. E quem avistar mais, aves ganhará a possibilidade de convidar Rose, para o Baile do ano.

O senhor Malik é o nosso protagonista. Não o narrador, mas a nossa escolha preferencial. Trata-se de um senhor de cabelos brancos, viúvo, e cujo filhos também já morreu. Parece uma pessoa simples, mas ao longo da narrativa vamos percebendo a pessoa complexa e dissimuladamente simples que ele é.


A escrita é muito leve e encantadora. Mas apesar do entusiasmo que senti ao ler a história, na antecipação de quem ganharia  a aposta, senti uma única dificuldade. Foi a questão das aves. Presumo que quem tenha fascínio por aves, possa sentir que está no Quénia, a acompanhar as pesquisas dos dois homens. Não foi o meu caso. Mas passei mais rapidamente sobre as descrições das aves, de maneira a poder seguir aquela história romântica pejada de imprevistos.

 

A aguardar pelo próximo...

 

Livro enviado por mim: "Ferrugem americana" de Philipp Meyer

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Fevereiro 2017 - "Às Terças com Morrie" de Mitch Albom

Março 2017 - "Obrigada pelas Recordações" de Cecelia Ahern.

Abril 2017 - "O Velho e o Mar" de Ernest Hemingway

Maio 2017 - "O ladrão de Sombras" de Marc Levy

Junho 2017 - "O Talentoso Mr. Ripley" de Patricia Highsmith

Julho 2017 - "Os Olhos de Ana Marta" de Alice Vieira

Setembro 2017 - "Palestina" de Hubert Haddad

Outubro 2017 - "Homens Imprudentemente Poéticos" de Válter Hugo Mãe

Novembro 2017 - "O Carteiro de Pablo Neruda" de António Skarmeta

Dezembro 2017 - "As Asas do Amor" de Nicholas Drayson

Depositar cheques no banco. Ou não?

Há dias fui ao banco.

A máquina dos depósitos estava avariada e portanto tive de ir para a fila.

A mi-nha ho-ra de al-mo-ço to-da!!

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 E fiquei a pensar para quando o que vi no Canadá, em que as pessoas fotografam um cheque, entram no site do seu banco pelo homebanking, submetem a foto e voilá!! Depósito efectuado.

Quando vi, fiquei a pensar se seria seguro. Mas foi-me explicado que uma vez o número do cheque for abatido, não pode voltar a ser pago. Portanto, sim, funciona!

 

Vamos ver quando chegará aqui, a este país da pontinha da Europa...

 

Admiro uma boa publicidade

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Estava eu a folhear a Sábado, quando me deparo com esta pérola de publicidade.

Digam lá se não vos colhe um sorriso? 

Passear o cão

Ontem, ao chegar a casa à hora do almoço, saio do carro e vejo uma velhota a passear o cão, de trela.

E ia resmungado algo.

Conforme me aproximava dela, ia decifrando a lenga-lenga da refilice:

- Raios part'o cão, que tem de cheirar tudo! Tens de cheirar tudo, tens de cheirar tudo! Raios parta!

 

E lá foi a dobrar a esquina, de cão na trela, e resmungo na boca...

 

Três Cartazes à Beira da Estrada - o filme

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Há muito tempo que não me via na situação de ter tantos filmes em cartaz a requerer a minha atenção. Na semana que passou vi 3 filmes, mas tenho mais 2 que pretendo ver. E nos que estão em "brevemente", mais 3 alinhados...

Vou começar pelo último, o que vi ontem.

Excelente desempenho de Frances McDormand. Esmagador mesmo!

 

A história baseia-se na dor de uma mãe (Mildred) pela morte da filha e cujo brutal assassinato após 9 meses, não tem qualquer linha de investigação activa. Assim, ela resolve fazer uma investida no mínimo, fora do comum. As personagens são complexas, imprevisíveis e essa é uma boa premissa.

 

Para lá do filme, a crítica social de um país com grandes injustiças. Numa América profunda e uma comunidade voltada para si própria. Temas como o preconceito racial, homofobia e principalmente o laxismo, incompetência e abuso de poder, são o fio condutor de toda a acção e alguns dos temas são focados às vezes às claras e outras, por trás de uma densa névoa de acontecimentos. 

O argumento é muito bom. A forma irreverente como foca os vários assuntos que acima descrevi, a capacidade de fazer comédia (ainda que negra) à custa dos diálogos é excelente. Ri-me bastante apesar da carga emocional do negro para onde o filme nos transporta. Mordaz seria o derradeiro adjectivo para o descrever.

 

E não conseguimos evitar colocarmo-nos no lugar da Mildred. O que faríamos em situação de desespero. Se a nossa vida tivesse ficado em suspenso e para fechar um capítulo, precisássemos da solução, do culpado?

O filme mostra isso, que quando perante tragédias e ausência de justiça, o luto fica difícil e pendente, a sede de justiça pode ser imensa. 

Penso que o principal objectivo da trama é mostrar que apesar de tudo, nem sempre a justiça é alcançada. E naquela ambiguidade do final, que nos deixa sem saber o fim daquelas personagens, a pergunta que fica (se vale mesmo a pena fazer  que for preciso para alcançar uma certa forma de justiça), é muito inteligente.

Já estou fora dos circuitos da Moda...

Enquanto aguardávamos a hora da nossa sessão de cinema, fomos dar uma espreitadela nas lojas.

E na Zara, pude constatar que eu habito na ignorância. Que se me tivessem ofertado estes euh... este calçado no Natal, eu não saberia se o devia usar em casa ou na rua... 

A usar na rua? A usar em casa como sapatinho de quarto xpto?

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Com a estupefacção esqueci-me de olhar o preço. Possivelmente teria combinado uma apoplexia à constatação da ignorância!

Viagem a Lisboa - Pilar 7

Ainda não tinha publicado as fotos da última viagem, em meados de dezembro.

Para além do Ballet O Lago dos Cisnes, estivemos no Pilar 7, no Buddha Eden e nos Convento e Palácio de Mafra.

Por isso, vou dividir este post em 3 para poder partilhar algumas das fotos.

 

Comecemos então pelo Pilar 7.

Queríamos lá ir ao final do dia. Porque calculava que o pôr-do-sol ali sobre o Tejo, fosse fantástico. E não me decepcionou.

A ponte à chegada

O emblemático P7, já à saída

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O conjunto de cabos impressionante que ajuda a suportar o tabuleiro

 

3 pôres-do-sol, cada um mais fascinante que o outro...

Neste local das fotos, o piso é rede emalhada ou seja, àquela altura, o vento faz-se sentir. Apesar de ser inverno, as temperaturas estavam ainda agradáveis e eu tinha escolhido para esse dia (ia ao ballet mais tarde) um vestido de tecido fino e comprido, com umas collants opacas por baixo.

Estive por ali muito tempo a ver o avançar do pôr-do-sol, a fazer as fotos, enfim a apreciar. Os meus amigos iam e vinham, daquela plataforma para a do piso em vidro. A uma dada altura, apercebemo-nos que o meu vestido, sendo fino, esvoaçava e ficava todo na cintura! Foi a gargalhada completa porque foi uma exibição prolongada 

Entretanto desvio-me um pouco para conseguir ficar mais resguardada do vento e uma rapariga ocupa o meu lugar. Saia curta, evasé. Enquanto fotografa, a saia levanta toda. 

E eu digo-lhe, ainda a rir: - Já vi tudo! 

E ela responde a rir e piscando o olho: - eu também vi tudo!

(o que nos rimos todos)

 

 

Estas fotos foram feitas já no exterior. Museu da Carris - autocarro recuperado

Grafitti no exterior de um prédio

 

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Perspectiva do jardim do CCB

 

Não fiquei muito impressionada, confesso, mas eu tinha acabado de vir uns dias antes da CN Tower, lembram-se?

E vocês, já conhecem?

Um follow só porque me apetece

Cristina tem sempre frases motivadoras e que nos fazem pensar.

Ontem vi esta frase no seu blog e pensei que é mesmo assim que somos mais felizes!

 

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