Saltar para: Post [1], Comentários [2], Pesquisa e Arquivos [3]

happyness is everywhere

O Povo português é essencialmente cosmopolita. Nunca um verdadeiro Português foi português: foi sempre tudo. FP

happyness is everywhere

O Povo português é essencialmente cosmopolita. Nunca um verdadeiro Português foi português: foi sempre tudo. FP

The Post - o filme

9994_medio.jpg

Um filme com a assinatura de Steven Spielberg. É preciso mais para convencer? 

Uma história inspirada na realidade tem sempre outro sal. Pelo menos para mim.  

A somar a isso, as nomeações de melhor actor e actriz para Tom Hanks e Meryl Streep.

 

A história verdadeira ocorre em 1971 quando Katharine Graham, mais conhecida como Kay Graham (primeira mulher à frente de um jornal americano - o Washington Post) juntamente com o seu editor resolvem divulgar os Pentagon Papers sobre o verdadeiro envolvimento dos EUA no Vietname.

Apesar da proibição dos tribunais, resolvem ambos, colocando em perigo a existência do jornal e a sua própria liberdade, terminar a divulgação dos acontecimentos.

 

Foi um marco na História do jornalismo dos EUA. E mais tarde, embora o filme não foque essa época, o mesmo jornal agora já com categoria nacional, estaria na origem do caso Watergate que levou à demissão do presidente Nixon.

Foram heróis de carne e osso.

 

Fiquei empolgada com a parte final, mas acho que Spielberg não conseguiu (ou não quis) dar profundidade às personagens. É um bom filme, mas poderia ser um grande filme. Para além disso, não conseguimos deixar de pensar em Trump durante grande parte do filme, e as mensagens que o próprio Spielberg assumiu ter incluído conduzem-nos a isso. Comparativamente, preferi o Spotlight. 

 

Bom filme, mas não creio que ganhe o Óscar. A menos que a política fale mais forte.

17 comentários

Comentar post