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happyness is everywhere

O Povo português é essencialmente cosmopolita. Nunca um verdadeiro Português foi português: foi sempre tudo. FP

happyness is everywhere

"Dez Coisas que Levei Anos Para Aprender"

Encontrei hoje guardado no meu computador este texto de 2013, de Luís Fernando Veríssimo (artista brasileiro nascido em 1936), mas que achei bastante piada:

"1. Uma pessoa que é boa com você, mas grosseira com o garçom, não pode ser uma boa pessoa.
2. As pessoas que querem compartilhar as visões religiosas delas com você, quase nunca querem que você compartilhe as suas com elas.
3. Ninguém liga se você não sabe dançar. Levante e dance.
4. A força mais destrutiva do universo é a fofoca.
5. Não confunda nunca sua carreira com sua vida.
6. Jamais, sob quaisquer circunstâncias, tome um remédio para dormir e um laxante na mesma noite.
7. Se você tivesse que identificar, em uma palavra, a razão pela qual a raça humana ainda não atingiu (e nunca atingirá) todo o seu potencial, essa palavra seria “reuniões”.
8. Há uma linha muito ténue entre “hobby” e “doença mental”.
9. Seus amigos de verdade amam você de qualquer jeito.
10. Nunca tenha medo de tentar algo novo. Lembre-se de que um amador solitário construiu a Arca. Um grande grupo de profissionais construiu o Titanic.

Quero, um dia, poder dizer às pessoas que nada foi em vão… que o AMOR existe, que vale a pena se doar às amizades a às pessoas, que a vida é bela sim, e que eu sempre dei o melhor de mim… e que valeu a pena!"


Não é tão bom? 

Água de coco, gostam?

Em agosto 2016 estivemos 15 dias no Rio de Janeiro e o nosso hotel ficava literalmente a 50 metros da Praia de Ipanema. Portanto, embora tivéssemos horários complicados em que nos levantávamos por volta das 5h da manhã, aproveitar a praia era algo mandatório.

 

Apesar de ser inverno, as temperaturas eram bem agradáveis e bastava um casaquinho fino para quebrar alguma aragem mais fria. Uma noite, resolvemos eu e o meu filhote, irmos dar um passeio noturno pela praia. Resolvemos sentar num daqueles quiosques à beira-praia e pedir uma água de coco com duas palhas. Sentamo-nos na esplanada, na ilusão de que iríamos desfrutar de algo delicioso e... que desilusão! Aquilo NÃO É bom!! Parece uma água salobra e apesar de fresquinha, não conseguimos acaba-la. Anos e anos a pensar que perdíamos algo maravilhoso...

 

Quando nos levantámos, passamos de novo no quiosque só para acabar de ler o menu afixado e aí percebi porque havia tanta qualidades: Água de coco com açaí, com leite condensado (pudera), e mais 'n' sabores... 

Tudo explicado... Mas na nossa ignorância, pedimos a simples! 

 

Katie Melua, a minha preferida

Não me canso de ouvir. Gosto da musicalidade e da simplicidade. 

 

 Ou esta, entre tantas outras...

 

 (Editado por ter verificado que o primeiro vídeo tinha desaparecido)

 

Mudar a alimentação, why not?

 2015 foi o ano da mudança de alimentação cá em casa. Maioritariamente por causa do meu filho e da sua defesa do meio ambiente, mas também na sequência de já evitarmos a carne vermelha. E foi assim que o vegetarianismo não-fundamentalista entrou por cá. Duvido que algum dia dê o passo seguinte até porque adoro queijo e não tenciono para já viver sem ele... 

 Uma sobrinha minha começou pelo vegetarianismo e rapidamente passou para o veganismo. Mas ela vive em Londres onde é moda e a oferta é enorme. Foi em Londres aliás, que em fevereiro '16 comi o melhor hamburger vegetariano da minha vida! A sério, ainda hoje salivo quando penso nele (!). 

Mas desde que mudei a base da minha alimentação, sinto que renasci na cozinha. Adoro cozinhar pratos vegetarianos inovadores, inéditos para mim e para isso servem as pesquisas na net e alguns grupos a que pertenço. Cogumelos à bulhão pato, croquetes de brócolos no forno, lasanha vegetariana, beringela parmegiana, esparguete de courgette, são alguns dos pratos que alegremente replico na cozinha. 

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Sempre lutei com o peso depois que tive o meu filho. Ganhei 20 kg, pois para além da minha tendência natural, o médico ainda achou que eu deveria tomar vitaminas quase até ao parto. Perdi algum após o nascimento, mas nunca mais voltei ao peso de antes. De lá para cá, tenho oscilado ora para baixo ora para cima, e quando em 2013 a balança se queixava menos, sofri uma queda na Suíça que me afastou de vez do exercício mais exigente. Mas vou tentar este ano recomeçar com yoga - pode ser que não tenha recaídas...

 

Gostaria de poder sempre comer vegetariano mas as minhas viagens nem sempre permitem. Há locais onde o cuidado de ter uma refeição vegetariana ainda não existe, e como temos muitas vezes menus pré-escolhidos, tenho de ser flexível e ajustar-me aos costumes. Porco e vaca, risquei literalmente do meu menu, mas quando por dias seguidos não tenho alternativas, alinho num peixe ou ave. Acabo muitas vezes nas cozinhas a tentar arranjar alguma coisa comestível com os chefs.

 

Se tenho saudades de alguma coisa? Não especialmente.

Se me sinto melhor? Sem dúvida. Se é fácil? Nem sempre. Se vou continuar? Definitivamente!!   

 

Ó pra mim tão cansado!

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Ontem o Rully estava com a energia a mil e com tal energia, só importunava a Lua.

 

Assim o JC resolveu pegar na trela e leva-lo à rua. Que emoção!!

 

Foi de tal maneira, que quando cheguei a casa, estava calminho.

Assim ficou no sofá e assim continuou por loooongo tempo

 

Nem o flash o acordou... 

Filhotices #2

Quando o meu filho nasceu, e porque residia na altura em Oeiras, ia a um conhecido pediatra de Cascais. Sendo mãe de primeira viagem, todas as piquices se respeitavam e todos os cuidados eram poucos.

Quando o pediatra sugeriu que lhe desse água e fizesse o leite com água Evian, apesar de ser mais cara, tudo bem, até porque conhecia a água e até a usava como vaporizador. Havia dessa água no Pingo Doce de Carcavelos, portanto o stress não era nenhum.

E pronto, o miúdo crescia com água Evian. Uma garrafa na ama, outras em casa, no carro, etc.

 

A dada altura ele já dava os primeiros passos e achámos que ter um cãozinho seria bom para ele. Eu sempre tive animais em casa, portanto era para mim, um passo natural. Claro que para o pediatra, cães sim, mas só depois de fazermos o teste das alergias. Bora lá. Saiu tudo negativo


E o cão foi lá para casa. Um dia estava eu a estender roupa no quintal, o cão e o JC andavam por ali a brincar, e vejo que o cão foi beber água. Continuei a estender a roupa. Quando volto a olhar, estava o JC de joelhos, na mesma posição que o cão e a beber água da mesma malga. Com a boca!  Sim, à cão!!

 

Não stressei muito, apanhei o puto, fui fazer um telefonema importante:

- Dr., acabou-se a água Evian cá em casa!  

 

Funcionária do Shoarma?

Ainda a propósito da ida ao cinema de ontem à noite, chegámos ao cinema cerca de 20 minutos antes da hora do cinema o que nos dava tempo à justinha, de ir comer qualquer coisa rápido.

Não gosto de chegar atrasada ao cinema, mas também não tenho de levar com aqueles 10 minutos de  publicidade.E portanto dava tempo para comer, comprar bilhetes e ir para a sala.

 

Como não como carne, o mais difícil é sempre a escolha e as alternativas. Assim dei uma volta rápida e decidi-me pelo Joshua's Shoarma. Aproximei-me do placard que tinham no corredor das mesas e verifiquei o que levava o hambúrguer vegetariano. Ok, comestível.

 

Dou meia volta e vou para o balcão fazer o pedido. Espera.... estão aqui embalagens no chão e ali à minha frente a máquina registadora... E ali ao canto, o empregado a olhar para mim de forma divertida (!)...

 

Sim, já estava do lado de dentro do balcão, quase a chegar à cozinha! Uma risota 

 

Quem nunca...? #5

Vê publicidade?

 

Quem como eu, só vê programas pré-gravados porque não tem paciência para ver toneladas de publicidade?

 

O meu lema é: eu vejo o que quero, quando quero!

 

Fui ver Manchester by the Sea

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 Tenho estado obcecada por ir ver este filme. Tudo e todos os que li por aí afirmavam ser um filme fenomenal.

 

Concordo: deixa-nos a transbordar de emoções. A história é avassaladora e leva-nos a patamares de realismo incríveis. 

 

 Gosto quando um filme nos deixa com sem palavras, quando saímos da sala e precisamos ainda de uns momentos para assimilar toda a história. Aquele peso que faz com que nos sintamos esmagados pela história, pelos diálogos, pela irreversibilidade das coisas. Uma história que podia ter acontecido a qualquer um de nós, sem fins à Hollywood, mas mais próximos da realidade.

 

Deitei umas lágrimas de tão fundo que tocou aquela história e do quão podemos ficar perdidos e partidos neste mundo.

 

Ide ver!

Bom ano... WTF??

E quando decidimos que daqui a pouco estamos em Junho e portanto já não desejaremos bom ano a ninguém e do outro lado da linha alguém remata:

- Ah, e bom ano!!

 

Ficamos a remoer, se é muito mal educado não responder igual e acabamos por, a custo, e de forma arrastada, tirada a ferros, responder:

 

- Bom ano...