Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

happyness is everywhere

O Povo português é essencialmente cosmopolita. Nunca um verdadeiro Português foi português: foi sempre tudo. FP

happyness is everywhere

Momentos do mês...

Ainda não recebi o ordenado, o que faz com que me sinta mais ou menos assim...

6.jpg

Ahahahah

 

Comprei uma revista daquelas duvidosas

Gosto de cozinhar. E quem gosta de cozinhar usa facas a sério. Facas daquelas grandes, à Chef!

Então há dias vi algures que a TV 7 Guia andava a oferecer facas. Vi os desenhos, fixei a faca com que me identificava e no dia 2 era o dia.

No sábado fui ao Jumbo e já me tinha esquecido da faca e da revista. Mas ao passar no escaparate das revistas, vi-a. 1,40€. Ok, não custa comprar e ver se presta para alguma coisa.

 

Não presta. quer dizer, presta agora durante uns dias, mas quando a lâmina deixar de cortar não pode ser afiada, sob risco de ficar com algo parecido a uma serpentina!!

 

Mas o que me leva a fazer um texto nem é a faca, é a revista!!

Antigamente ainda se entendia que se comprasse uma revista desse género para ver o que ia dar durante a semana. Hoje, com o sistema de televisões que temos, basta clicar no botão e vemos. O que me faz pensar que se não se compra a revista pela programação, só pode ser o resto das páginas que interessam. E sabem o que éa totalidade do resto? FOFOCA!

Mas fofoca daquela de má qualidade. Fui folheando as páginas e cada uma era pior do que a outra! Fotos de qualidade duvidosa e textos que se percebe não terem qualquer base de investigação. É só pura maledicência.

E agora o pior de tudo: Há quem goste daquilo?? How?? 

Almoço

IMG_20170604_155605 (1).jpg

O almoço foi muito divertido, muito comemorativo, e num restaurante com esta magnífica vista. O ponto mais sudoeste de toda a Europa - Sagres!

 

 

Dialectos por aí

Li um artigo muito interessante acerca dos dialectos existentes no mundo.

Sabiam por exemplo que para A Guerra dos Tronos, um linguista (um verdadeiro linguista) inventou a língua usada no filme. 

 

Mas o que não é ficção, são os dialectos referidos. Vou salientar alguns, só a título de curiosidade:

Chalcatongo mixtec  - do México: as frases começam por verbos e não se usa a interrogação

Xóö - do Botswana: é falada com estalidos, tem 164 consoantes e 111 cliques

Tuiuca - da Amazónia e Colômbia: trata-se de uma das mais difíceis porque tem 140 categorias nominais

Silbo gomero - das Canárias: é uma linguagem de assobios e é Património da Humanidade desde 2009.

 

Há por aí muita forma diferente de comunicar, não?

Meatless #15

TARTE QUEIJO AZUL E FIGOS

 

 Ingredientes: 1 massa areada, 1 alho francês, 3 ovos, 100g ricotta, 1 alho, 2 figos, 100g queijo azul, orégãos.

 

Como chegar lá: Pré-aquecer o forno a 170ºC. Misturar os ovos batidos com a ricotta. Numa frigideira, colocar o alho francês fatiado e o alho. Deixar amolecer com pouquinho azeite. Junte o alho francês aos ovos, assim como metade do queijo azul (cá em casa temos influências francesas e portanto adoramos queijo azul, mas pode optar por queijo de cabra por exemplo).

Numa tarteira, colocar a massa e picar com um garfo. Por cima coloque o preparado dos ovos e alho francês. Corte os figos em quadradinhos e disponha por cima do preparado. Parta o resto do queijo azul em pedacitos e disponha também por cima.

Coloquei ainda uns pedacitos de abóbora que tinha levado ontem ao forno com orégãos, pimenta e sal, só para aproveitar porque estava quase a estragar. Achei que ficava bem. Não coloquei sal porque o queijo azul é bastante salgado e a abóbora também ficou salgadita...

IMG_20170604_084757 (2).jpg

Levar ao forno 40 minutos, mas como todos os fornos são diferentes, vigiar até estar cozinhada e tostadinha.

IMG_20170604_093141 (2).jpg

Não tem bom aspecto? Vai ser o jantar logo à noite... acompanhamos com uma salada fresca de alface e coentros. Bom apetite!

Fotos das minhas viagens # 58

Apesar de já ter estado em Bordéus há uns anos, aliás foi lá que terminei os meus estudos, a cidade está muito diferente. Nota-se a preocupação global de dar espaço às pessoas, fazendo "promenades", ou seja simplificando calçadões, actualizando o sistema de trams (eléctricos) que já não têm os fios aéreos, mas sim num carril central e inofensivo para as pessoas, e investindo em esplanadas. No fundo, adequar a cidade aos cidadãos...

Edifícios antigos, limpos, restaurados, que me fazem um pouco lembrar Viena, tal a sua imponência

Gare de St Jean, sempre emblemática na cidade

 

 Espelho de água junto ao rio, ideal para os dias quentes, com espectáculos musicais por perto

Place de la Bourse, magnífica com a sua fonte bem no centro

Praça da Ópera e do Grand Palace de Bordeaux, de 5 estrelas, junto à Rue Sainte Catherine, a chamada "rua das lojas" com 2km de comprimento (!)

Ruela com bistrôt típico

Uma das portas da cidade

Place de Quinconces. Estas estátuas (de um lado e do outro) foram desmontadas e escondidas durante a segunda GG, já que os alemães queriam derreter os Girondins para fazerem peças de artilharia

Uma das coisas que desconhecia, era que Bordeaux foi inglesa durante 3 séculos! Como é que eu nunca soube isso?

 

Espero ter aguçado o apetite! Há voos directos de Lisboa, pela Tap e Ryanair, bem económicos!

 

 

 

50 anos de casamento

images.jpg

 Amanhã os meus pais fazem 50 anos de casados.

Já vos contei aqui que o casamento dos meus pais nunca foi um casamento de sonho. Aliás a antítese de um casamento de sonho para mim.

Mas isso não invalida que desse casamento tenha resultado uma família, com filhos e netos, e diversos tentáculos próprios da vida e relações actuais.

 

Por isso amanhã, vamos estar todos juntos, celebrando a nossa família. Uma família imperfeita, mas ainda assim, a nossa família. E tenho noção de que temos mais do que muitas pessoas tiveram ao longo da vida. Por tudo isso, celebramos.

 

Cavalos selvagens

Uma conversa há pouco fez-me relembrar uma imagem que guardei da minha viagem à zona de Bordéus. Uma pequena quantidade de cavalos selvagens a correr por entre as árvores de uma floresta, vislumbrando-se apenas de tempos a tempos, por entre o espaço dos troncos.

Há coisas lindas na natureza!

 

livros

Tenho visto a minha prateleira de livros comprados e ainda por ler, aumentar exponencialmente.

 

Por um lado, não resisto a um livro que seja lançado e que me chame a atenção. Então se estiver em promoção, compro logo. Por outro, o tempo não estica e o blog, ainda que seja um hobby, ocupa algum tempo, não só acompanhar os blogues eleitos como preferidos, como planear textos, escrevê-los e responder a comentários. Vocês sabem como é...

 

Continuo a ler claro, mas tenho-me limitado quase exclusivamente aos livros da iniciativa livro secreto. Apesar de pontualmente ter lido outros livros (dois para ser mais exacta), os livros dessa iniciativa, que nos chegam numa base mensal, mantêm o fluxo de leitura activo.

 

Portanto, ou tenho de deixar de comprar livros ou libertar tempo para dedicar a isso... 

O Tempo é mesmo um bem precioso!! 

 

 

 

Calçada portuguesa

Nos últimos dias tenho ido à baixa da minha cidade e constatei que a calçada está cada vez mais polida. Nota-se principalmente nas ruas inclinadas, em que as pessoas têm de ter cuidado para não escorregar. Eu, com sandálias de sola lisa, fui com todo o cuidado. E não chovia, porque quando chove...

É isso ou usar botas de montanha!!

 

Não há mulher em Portugal que nunca se tenha queixado da nossa calçada. Ou porque se trata daquelas pedras maiores e a irregularidade  provoca dores nos pés ou quedas, ou porque escorrega porque as pedras vão alisando e ficando polidas, ou ainda porque os saltos ficam presos nos intervalos.

E quem nunca viu pessoas mais idosas a andar na estrada porque querem evitar os passeios nessas condições? Ou atletas a correr que também o fazem?

 

Isso não deveria ser suficiente para os nossos dirigentes locais pensarem um pouco? Conforme um colega me dizia hoje, as autarquias deveriam preocupar-se em voltar as pedras evitando o polimento. Mas a profissão de calceteiro está em extinção, certo? Se calhar por causa disso mesmo: já não há manutenção... 

IMG_20170531_102659.jpg

Claro que concordo que a calçada portuguesa é algo típico a preservar. Mas vamos fazer um update?

Voltar as pedras seria uma solução, mas parece-me quase impossível que em pleno século XXI não exista algum produto ou revestimento transparente que se possa colocar por cima, criando um efeito antiderrapante, acabando com as ranhuras entre pedras e homogeneizando a superfície... Concordam?