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happyness is everywhere

O Povo português é essencialmente cosmopolita. Nunca um verdadeiro Português foi português: foi sempre tudo. FP

happyness is everywhere

Destaque do Sapinho

A Equipa do Sapo resolveu presentear-me com mais um destaque num texto de opinião. Muito obrigada pela honra!

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E uma beijoquinha 

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Infantário na floresta

É uma tendência que está a alastrar por esses países fora. Nasceu em Berlim e alastrou ao resto da Alemanha, mas também países nórdicos (claro), USA, Reino Unido, Correia do Sul, Japão, etc..

 

Tudo nasceu da constatação que "as crianças de hoje sabem tudo de tecnologia e nada sobre o passarinho que está do outro lado da janela". E portanto, voltar ao contacto com a natureza levou os infantários a ir com as crianças para a rua.

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Assim, os alunos a partir do ano e meio até aos 5/6 aprendem a distinguir pegadas de animais, barulhos da floresta e de pássaros, e abordam mesmo assuntos sérios, como quando encontram animais mortos. Aprendem a brincar com pedras, paus e folhas.

Percorrem pequenas matas mas também parques da cidade em que foram construídas estruturas em madeira como apoio para descansar e mudar fraldas.

A aprendizagem não é descurada. Antes pelo contrário. Aprendem sem se aperceberem, pois entendem conceitos como diferença de tamanhos ordenado paus do maior ao mais pequeno, descobrem os números a contar cogumelos, e inventam-se letras com materiais naturais, constroem-se abrigos e brinquedos com madeira, cantam música e aprendem outras línguas. 

Também há rodinhas, mas acontecem à volta da fogueira, e mesmo com chuva, sol ou temperaturas negativas, as actividades são exteriores. Aparentemente, até se passam menos doenças...

Interessante, não?

Para evitar aquele "de onde é que vêm as salsichas? Da Sicasal" 

2. Coisas do dia

Há coisas que não consigo entender.

E uma pessoa ir assim para a rua, a ficar com as calças todas amareladas por andarem a varrer e a limpar o chão, é uma delas...

Será que dá muito trabalho fazer uma bainhas, agrafar umas bainhas (em modo emergência), escolher outra roupa, levar à modista??

Epá, há uma infinidade de alternativas e esta... esta não é uma delas!!

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Amamentação

Na 5ª feira passada vi esta notícia que me impressionou.

Não consegui no entanto encontrar o vídeo nem o link pelo que guardei a notícia. Mas hoje procurei de novo e claro que já estava na net... 

 A lei no parlamento australiano mudou o ano passado e apesar de não ser a primeira vez que tal acontece, foi a primeira vez que foi filmado. Larissa Waters aproveita para amamentar o seu filho de 3 meses, enquanto faz um discurso e apresenta uma moção sobre doenças pulmonares.

 

Muitas vozes contra se levantaram no final do ano passado e muitas manifestações a favor foram feitas. Vem repor toda a polémica acerca de uma mãe poder ou não amamentar em público.

Fotos das minhas viagens # 62

DSC02061.JPGE finalmente vou terminar os post sobre a viagem a Antequera. El Torcal é um parque natural a 15 km sensivelmente de Antequera, no alto da montanha. Faz-se bem de carro, até porque temos de parar diversas vezes para apreciar a paisagem. Foi recentemente considerado Património Mundial da Humanidade pela Unesco.

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Há 200 milhões de anos, grande parte da Europa e do Médio Oriente estavam submersos pelo Mar de Tétis. Iniciou-se nessa altura um processo de sedimentação em que a acumulação e depósito de esqueletos, conchas e carapaças de animais marinhos no fundo do mar durante 175 milhões de anos se foram acumulando e compactando em estratos horizontais de grande altura. 

Entretanto o nível das águas baixaram, formaram-se os pólos norte e sul e ficaram à vista estas maravilhas!

 

O parque tem dois tipo de percursos - o de 45 minutos e o de 2 horas. Escolhemos o maior e foi encantador. Exigente fisicamente, mas encantador. Bom calçado, protector solar, chapéu e água! E depois, é subir e descer as montanhas, as pedras, os caminhos.

A paisagem é sempre assim, rochas misturadas com vegetação.

Percebemos que existe uma fauna diversificada, pelos avistamentos que vamos fazendo 

 

 Os caminhos mais claustrofóbicos são também os mais impressionantes, onde descobrimos as rochas numa simbiose perfeita com as árvores, não se distinguindo onde começa uma e termina a outra

Mas a cada curva que fazemos, a cada nova paisagem, queremos fazer mais fotos. Apesar de serem sempre iguais, mas sempre arrebatadoras. 

Amei!

Iogurtes preferidos

Com excepção de uma edição limitadíssima que o Continente fez há um par de anos de iogurtes de figo, estes da Pâturages do Intermarché são os meus favoritos. Aliás essa marca tem dos melhores lacticínios que conheço!

 

Eu  cerejas!! É a única forma de comer cerejas todo o ano!

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Drones não são brinquedos

Sou só eu que acha que 6 incidentes com drones em um mês é um exagero?

Sou só eu que acho que um drone andar a 600 e a 900m de altitude é uma falta de responsabilidade?

Sou só eu que acha que um drone de 1 metro já não é uma brincadeira?

Sou só eu que acha que este vai ser no futuro outro Pedrogão Grande, e que só quando acontecer uma desgraça, se vai pensar em legislar coo deve ser este sector?

 

Então vamos por pontos:

1. Actualmente um drone é de venda livre e sem qualquer tipo de restrição. E como aquilo opera através de ondas, não é possível identificar o usuário. Não é? Como não é? Bastava fazer o mesmo que se faz nas armas: vender mas com identificação. O uso daquele aparelho estaria ligado ao uso que dele faria. Uma base de dados de portadores de drones.

2. Estes drones vêm todos com câmaras de alta resolução incorporadas e aí entra também o direito à privacidade. Quem gostaria de estar no seu jardim e a ser filmado? Por vezes sem saber?

3. Está por esclarecer se um embate de um avião com um drone pode colocar vidas em risco. Penso que poderá depender do momento, se está a levantar ou a aterrar, do comprimento da pista, etc...

4. Há novas regras desde Dezembro 2016, mas pelos vistos a aplicação e o controlo das infracções não é tão linear...

5. E por fim, há no ar outros objectos tais como avionetas e helicópteros e quanto mais pequenos forem, mais susceptíveis serão a um eventual embate. Ou uma pessoa a fazer parapente...

 

Portanto é imperativo que se tomem medidas antes que aconteça algum desastre, já que há por aí alguns irresponsáveis que não respeitam os outros!

E que perfumes usas, Happy?

Fui inspirada pela Inês com esse post e achei que seria interessante dar a conhecer os meus perfumes favoritos. São quatro, alguns que me acompanham há mais de duas décadas, outros desde há dois anos.

Quando era mais jovem, tinha uma infinidade de perfumes. Mas com a idade, vamos sabendo distinguir o que gostamos e se identifica realmente connosco e a selecção vai sendo feita. E não apenas nos perfumes 

Há perfumes de que gostei mas não resultavam na minha pele, ou enjoei pura e simplesmente. Não consigo usar perfumes muito fortes do género Channel nº 5. Não. Para mim, tem de ter uma componente de madeira. Pois é, foi isso que descobri ao longo dos anos e ao pesquisar os meus perfumes, isso confirma-se...

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Este perfume, unisexo é dos meus mais antigos - CK One da Calvin Klein foi lançado em 1994 e foi nessa altura que o comprei. É um incontornável para mim!

Tem uma forte nota cítrica, mas associa outras que lhe conferem aquele cheiro inigualável: abacaxi, tangerina, mamão papaia, bergamota, cardamomo e limão. Mas se apenas tivesse esses componentes, resultaria uma coisa frutada enjoativa. E por isso, a contrabalançar junta noz-moscada, violeta, lírio florentino, jasmim, lírio-do-vale, notas verdes e rosa. E no depois do perfume evaporar, há frangâncias que ficam depois de todas as otras evaporarem. E neste caso são o sândalo, âmbar, almíscar, cedro e musgo de carvalho.

Um clássico para mim.

 

 

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Este é mais um clássico que já uso há muitos muitos anos.

Light Blue da Dolce & Gabbana é um perfume que uso no verão pois evoca esta estação e o sul de Itália, segundo os seus inventores.

Que notas tem? cedro siciliano, maçã, jacinto silvestre, bambú, jasmin e rosa branca. No fundo, fica um cheiro a âmbar e almiscarado. 

 

 

 

 

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Este perfume, descobri há uma dezena de anos e fiquei rendida.

Trata-se de um perfume mais profundo, tem uma fragrância oriental amadeirada. Mistura a flor de maracujá, baunilha, madeira gourmand (rara em perfumes femininos) e vetiver, o chamado capim-de-cheiro.

 

É seguramente o meu perfume favorito!

 

 

 

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Mais recentemente, foi-me oferecido este perfume no natal de 2015, ano do seu lançamento. Única da Intimissimi.

Amei. Pena é ser tão caro se não comprarmos lingerie (70€). Com a compra de lingerie fica mais barato e podemos inclusivamente conseguir uma campanha especial e ser quase "gratuito".

Mais uma vez, trata-se de um perfume floral amadeirado e almiscarado.  A fragrância contém frésia, flores brancas, peônia, baunilha, sândalo e notas verdes.

 

Portanto, desde que tenham uma fragância amadeirada, misturada com flores ou frutos, é ideal para mim...

No próximo Natal, já sabem! 

Em piloto automático

Quando vou para o trabalho conheço como qualquer um, todas as irregularidades da estrada. Desvio-me sempre numa determinada estrada das inúmeras tampas de esgoto invariavelmente desniveladas, e mais à frente, passo com o pneu quase sobre o risco para não pisar mais uma tampa uns centímetros abaixo do nível.

A semana passada, fazia esse pequeno desvio para escapar à tampa de esgoto. Mas enfiava sempre o pneu numa cova. Fiz isso uma, duas, três vezes e pensava sempre: será que eu desviava para o lado esquerdo em vez de ser para o direito? E na vez seguinte, automaticamente voltava a colocar o pneu no buraco. Isso não fazia sentido para mim. Como é que aquele gesto estava automatizado e pelos vistos, errado?

 

Até que ontem no passar lá, o local estava cercado de avisos de obras. Aquela depressão onde eu enfiava o pneu tinha-se transformado literalmente num buraco, o alcatrão cedeu e tudo estava explicado. Afinal o meu gesto automático estava correcto, a configuração do local é que tinha mudado...

 

Há uma meia dúzia de anos, estive a dar aulas a 120 km de casa e deslocava-me só 2 vezes por semana. Passava por um troço curva-contracurva em descida que era perigosa, claro, mas que eu gostava muito de fazer. Não sou muito "rectista", gosto de uma boa montanha para conduzir. Mas comecei-me  assustar quando dava por mim já depois desta zona. O conduzir em piloto automático...

Há quem diga que isso não existe, que mesmo sem prestar atenção (aparentemente), estamos sempre em alerta. Mas eu não sei se assim é, se não demoramos mais umas fracções de segundo a reagir...

 

The Wall - o filme

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Gosto tanto de ir ao cinema que arranjo sempre um bocadinho para ir ao fim de semana. E o final do dia de ontem empurrou-nos da praia já que começou a ficar desagradável.

 

Acabei por ir ver O Muro. 

Não é bem o meu tipo de filme, mas acabou por ser bastante interessante já que não é um filme de guerra até porque nessa altura a guerra do Iraque já tinha terminado. O filme passa-se no pós-guerra, na reconstrução.

É um thriller psicológico onde dois soldados americanos são encurralados por um snipper iraquiano. Entre eles, apenas um muro, o que resta de uma antiga escola.

E das personagens, estamos falados. Do espaço também. Parece monótono?

Não porque a guerra psicológica que se trava entre eles agarra-nos até ao final, quando há um twist e revira a história.

E chega. Se despertei o interesse, vão ver o resto!

 

Quando saí para o parque, perdi o telemóvel e já estava na auto-estrada de regresso a casa, quando o localizei. Voltei para trás (não, saí da auto-estrada primeiro, não se assustem ), fui ter com a pessoa que o encontrei e ganhei ali logo, logo, anos de vida... Só a pensar em toda a informação que poderia ter perdido!