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happyness is everywhere

O Povo português é essencialmente cosmopolita. Nunca um verdadeiro Português foi português: foi sempre tudo. FP

happyness is everywhere

10 coisas que amamos no Verão #9

Tomar banho e chover ao mesmo tempo.

 

Não sei se já experimentaram, mas estar dentro do mar enquanto chove é das coisas mais fascinantes que há.

Claro que depois, temos as roupas molhadas, a toalha molhada...

Mas aquela sensação de estar rodeado por água e a chover é indescritível. Já experimentaram?

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E se o frigorífico desliga durante as férias?

A propósito do meu post anterior sobre o filhote, estava a contar a uma amiga a historieta.

 

E diz-me ela - sabes que houve um ano que fui de férias, houve uma falha no contador e no dia em que cheguei, tinha tudo descongelado?

Depois, ao contar a algumas pessoas, deram-me uma dica que serve para toda a gente. Porque se eu tivesse voltado uns dias depois, a electricidade tinha sido reposta, tudo teria re-congelado e eu não me aperceberia...

 

Então o truque consiste em colocar um copo com água no congelador na véspera de sair de casa.

A água congela. No dia em que se vai embora, coloca-se uma moeda sobre a água congelada.

 

Se quando voltar, a moeda continuar à superfície, está tudo bem. Se estiver no fundo do copo, significa que houve falha prolongada de energia.

 

Desconhecia este truque, mas é bem útil, não acham? 

Filhotices #23

O meu filhote, como sabem já não é bebé. 21 anos, é o que é...

 

Ontem em videochamada de Lisboa:

"Mãe, sabes quando fui lá ao apartamento limpar tudo e arranjar o que estava partido? Desliguei os quadros quando sai depois de tirar fotografias aos contadores como tinhas pedido."

- Sim lembro-me.

"Então ontem ligou o senhorio a dizer que tinha ido lá mostrar a casa e que assim que abriu a porta era um pivete que não se podia"

- Mas então? Limpaste aquilo tudinho...

"Sim, mas quando desliguei o quadro, esqueci-me do frigorífico!"

 

21 anos, não é?

Mas continua a ser o meu filhote

 

10 coisas que amamos no Verão #8

Sandálias, havaianas e pés ao léu.

 

 Adoro a sensação de liberdade nos pés que o verão nos traz. Assim que chega um sol ainda que tímido, a primeira coisa que o algarvio faz, é ir guardar botas e sapatos fechados e deixa umas sabrinhas à mão, just in case.

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Depois, andamos de sandália até Outubro, princípios de Novembro, porque meter os pés num sapato fechado é a triste evidência de que o verão terminou. Portanto, até que a temperatura o permita, resistimos. E mesmo que chova uns instantes, não há problema porque "entra por um lado e sai por outro". 

As havaianas são outra paixão. Uso-as em casa porque substitui os invernosos chinelos de quarto por umas destas, e tenho outro par para ir à rua, num look mais descontraído.

 

Em 2016 adicionei outro must ao verão. As unhas de gelinho nos pés, num tom mais discreto do que as mãos, para combinar com tudo, já que as unhas dos pés crescem menos e uma simples ida à manicura (pedicura) dá-me para o verão todo...

 

 

Destaque da Equipa Sapo

Ontem fui uma das eleitas pela Equipa Sapo para constar nos destaques do dia, com este post. 

Um post bem levezinho, como pedem os dias cheios de calor, imperiais, caracóis e esplanadas.

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 Já sabemos que quando somos destacados, temos um dedo apontado. E se sentimos carinho por parte daqueles que habitualmente nos seguem, nesse dia, temos uma janela aberta para o resto do mundo que por aqui espreita. É o reverso da medalha. Ainda assim, o balanço é sempre positivo porque aparecemos no radar de pessoas que de outra forma não nos leriam. 

Àqueles que ontem resolveram juntar-se ao meu clube, sejam bem vindos e divirtam-se por estas paragens!

Cadavre exquis

Quem me segue, sabe que um dos meus desejos confessados é aventurar-me na escrita de contos.

Portanto, quando em finais de Junho me deparei com este desafio  que a Macaca lançou no blog A Rapariga na Aldeia, ainda hesitei, mas resolvi jogar-me ao precipício e o que fosse, seria.

Confesso que quando soube que o início do texto já andava a circular, fiquei apreensiva a pensar quando seria a minha vez...

 

Inteirei-me das regras que eram básicas:

Dependendo do número de pessoas inscritas, o texto seria maior ou menor.

Essas pessoas tinham de escrever uma história, sem saberem o que tinha sido escrito antes, ou o que seria escrito depois. O único ponto de referência era a última frase do texto anterior. Portanto dávamos asas sem saber que rumo tomaria.

 

Apesar (ou se calhar por isso mesmo), ficou surpreendente. Ora espreitem aqui!!

 

As autoras: Macaca grava-por-cimaA Rapariga na Aldeia, Eu, Chic'Ana e Charneca em Flor

 

10 coisas que amamos no Verão #7

Não sou fã de ar condicionado. Fico afónica, entupida, escangalhada. Seja em casa seja no carro. E portanto é preciso estar muito, muito, muito calor ou juntar isso ao facto do carro ter ficado ao sol, para eu me convencer a ligar o ar condicionado. 

 

No inverno, ando sempre com um bocado do vidro aberto, mesmo quando chove. Claro que o tempo aqui no Algarve é outro... país (tenho amigos de Lisboa que me chamam carinhosamente marroquina ).

Mesmo no inverno, assim que há um solinho, toca a abrir a janela do carro e sentir o ar fresco na cara... 

Mas mais do que o ar fresco na cara, sabem o que gosto mais?

 

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Sim, conduzir com o braço de fora!!

 

Donal Trum

Quem se conseguiu conter quando ouviu pela primeira vez o Nicolas Maduro a falar do Trump? Bem, as declarações dele são sempre surreais, mas dei uma gargalhada quando ouvi:

 

"O governo do imperador Donal Trum"

 

Lido assim, tal e qual como se escreve: Truum!!! 

 

 

Uma amizade de 27 anos

Ontem fui jantar com uma grande amiga minha que costuma vir passar as férias à minha casa. Ter casa de férias no Algarve dá sempre jeito, não é?

 

Mas como dizia, somos muito amigas, daquelas que o tempo não afasta nem camufla. Podemos estar semanas sem falar, que a nossa conversa retoma como se tivéssemos falado na véspera. Conhecemo-nos quando éramos umas miúdas crescidas, mas umas miúdas. Ontem a fazer contas, chegámos aos 27 anos. Ela foi madrinha do meu filho e depois fui eu madrinha do filho dela. 

Quando o meu filho foi estudar para Lisboa ainda ficou uns meses na casa dela até arranjar apartamento. Quando vou de viagem para o estrangeiro e que o voo sai de Lisboa, é lá que costumo ficar.

 

E ela chegou ontem. Este ano pela primeira vez, veio sozinha. O marido junta-se passado uma semana mais ou menos e o filho uns dias depois. O meu filho foi no domingo para Lisboa, para fazer as últimas lições de condução e trabalhar durante 15 dias num projecto. E no domingo perguntou-me: "há quanto tempo é que não jantas sozinha com a madrinha?" E caiu-me tudo... é verdade pensei, há décadas!

 

Portanto ontem fomos nós duas. Só nós duas. Como não éramos há 21 ou 22 anos. Porque a partir de uma determinada altura, houve sempre namorados, maridos, filhos.

Foi uma diversão bem regada, em que se falou de tudo e de nada. Em que chegámos ao compromisso de nas nossas bodas de pérola (sim, andámos a pesquisar - os 30 anos), faremos uma viagem sozinhas. Escolhemos destino e tudo!

 

Vivam as amizades intemporais!! 

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