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happyness is everywhere

O Povo português é essencialmente cosmopolita. Nunca um verdadeiro Português foi português: foi sempre tudo. FP

happyness is everywhere

Admiro uma boa publicidade

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Estava eu a folhear a Sábado, quando me deparo com esta pérola de publicidade.

Digam lá se não vos colhe um sorriso? 

Passear o cão

Ontem, ao chegar a casa à hora do almoço, saio do carro e vejo uma velhota a passear o cão, de trela.

E ia resmungado algo.

Conforme me aproximava dela, ia decifrando a lenga-lenga da refilice:

- Raios part'o cão, que tem de cheirar tudo! Tens de cheirar tudo, tens de cheirar tudo! Raios parta!

 

E lá foi a dobrar a esquina, de cão na trela, e resmungo na boca...

 

Três Cartazes à Beira da Estrada - o filme

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Há muito tempo que não me via na situação de ter tantos filmes em cartaz a requerer a minha atenção. Na semana que passou vi 3 filmes, mas tenho mais 2 que pretendo ver. E nos que estão em "brevemente", mais 3 alinhados...

Vou começar pelo último, o que vi ontem.

Excelente desempenho de Frances McDormand. Esmagador mesmo!

 

A história baseia-se na dor de uma mãe (Mildred) pela morte da filha e cujo brutal assassinato após 9 meses, não tem qualquer linha de investigação activa. Assim, ela resolve fazer uma investida no mínimo, fora do comum. As personagens são complexas, imprevisíveis e essa é uma boa premissa.

 

Para lá do filme, a crítica social de um país com grandes injustiças. Numa América profunda e uma comunidade voltada para si própria. Temas como o preconceito racial, homofobia e principalmente o laxismo, incompetência e abuso de poder, são o fio condutor de toda a acção e alguns dos temas são focados às vezes às claras e outras, por trás de uma densa névoa de acontecimentos. 

O argumento é muito bom. A forma irreverente como foca os vários assuntos que acima descrevi, a capacidade de fazer comédia (ainda que negra) à custa dos diálogos é excelente. Ri-me bastante apesar da carga emocional do negro para onde o filme nos transporta. Mordaz seria o derradeiro adjectivo para o descrever.

 

E não conseguimos evitar colocarmo-nos no lugar da Mildred. O que faríamos em situação de desespero. Se a nossa vida tivesse ficado em suspenso e para fechar um capítulo, precisássemos da solução, do culpado?

O filme mostra isso, que quando perante tragédias e ausência de justiça, o luto fica difícil e pendente, a sede de justiça pode ser imensa. 

Penso que o principal objectivo da trama é mostrar que apesar de tudo, nem sempre a justiça é alcançada. E naquela ambiguidade do final, que nos deixa sem saber o fim daquelas personagens, a pergunta que fica (se vale mesmo a pena fazer  que for preciso para alcançar uma certa forma de justiça), é muito inteligente.

Já estou fora dos circuitos da Moda...

Enquanto aguardávamos a hora da nossa sessão de cinema, fomos dar uma espreitadela nas lojas.

E na Zara, pude constatar que eu habito na ignorância. Que se me tivessem ofertado estes euh... este calçado no Natal, eu não saberia se o devia usar em casa ou na rua... 

A usar na rua? A usar em casa como sapatinho de quarto xpto?

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Com a estupefacção esqueci-me de olhar o preço. Possivelmente teria combinado uma apoplexia à constatação da ignorância!

Viagem a Lisboa - Pilar 7

Ainda não tinha publicado as fotos da última viagem, em meados de dezembro.

Para além do Ballet O Lago dos Cisnes, estivemos no Pilar 7, no Buddha Eden e nos Convento e Palácio de Mafra.

Por isso, vou dividir este post em 3 para poder partilhar algumas das fotos.

 

Comecemos então pelo Pilar 7.

Queríamos lá ir ao final do dia. Porque calculava que o pôr-do-sol ali sobre o Tejo, fosse fantástico. E não me decepcionou.

A ponte à chegada

O emblemático P7, já à saída

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O conjunto de cabos impressionante que ajuda a suportar o tabuleiro

 

3 pôres-do-sol, cada um mais fascinante que o outro...

Neste local das fotos, o piso é rede emalhada ou seja, àquela altura, o vento faz-se sentir. Apesar de ser inverno, as temperaturas estavam ainda agradáveis e eu tinha escolhido para esse dia (ia ao ballet mais tarde) um vestido de tecido fino e comprido, com umas collants opacas por baixo.

Estive por ali muito tempo a ver o avançar do pôr-do-sol, a fazer as fotos, enfim a apreciar. Os meus amigos iam e vinham, daquela plataforma para a do piso em vidro. A uma dada altura, apercebemo-nos que o meu vestido, sendo fino, esvoaçava e ficava todo na cintura! Foi a gargalhada completa porque foi uma exibição prolongada 

Entretanto desvio-me um pouco para conseguir ficar mais resguardada do vento e uma rapariga ocupa o meu lugar. Saia curta, evasé. Enquanto fotografa, a saia levanta toda. 

E eu digo-lhe, ainda a rir: - Já vi tudo! 

E ela responde a rir e piscando o olho: - eu também vi tudo!

(o que nos rimos todos)

 

 

Estas fotos foram feitas já no exterior. Museu da Carris - autocarro recuperado

Grafitti no exterior de um prédio

 

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Perspectiva do jardim do CCB

 

Não fiquei muito impressionada, confesso, mas eu tinha acabado de vir uns dias antes da CN Tower, lembram-se?

E vocês, já conhecem?

Um follow só porque me apetece

Cristina tem sempre frases motivadoras e que nos fazem pensar.

Ontem vi esta frase no seu blog e pensei que é mesmo assim que somos mais felizes!

 

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Foto da Semana #2

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Esta semana foi difícil a escolha, já que tinha tantas fotos à escolha. Mas optei por uma com um graffiti na minha cidade. Gosto de graffitis, se estes forem uma forma de arte. Como o que a seguir divulgo.

Já não gosto quando são desenhos de má qualidade, em locais que não são legítimos. Mas se pensarmos bem, o graffiti passou de rabiscos na parede feitos por marginais, de forma repudiada, com ameaças de multas e até prisão, para arte urbana, com espaços mortos a serem entregues a artistas locais. Neste caso, o artista usa para pintar as empenas de prédios, não um andaime, mas sim um drone.    

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Penso que terei passado centenas de vezes por esta parede, tendo olhado pra esta imagem mas não a tendo visto. E este foi um dos motivos por que decidi aderir a este desafio. Andar mais atenta às coisas, principalmente quando tenho tantos amigos e pessoas conhecidas que alegam passar por mim, acenar e eu não respondo porque nem as vejo!  

A mais recente pilha

Tenho andado com vontade de escrever sobre este assunto. A Catarina adiantou-se e confessou ter o mesmo problema que eu: uma pilha de livros para ler e ainda assim, a comprar desenfreadamente.

 

No meu caso, tenho esta pilha de livros que aguarda por mim, entre os que recebi no meu aniversário e no Natal.

 

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Tenho ainda o livro mensal da iniciativa Livro Secreto. Portanto fica complicada a situação de terminar esta pilhazinha. E esta é a mais recente, porque nas estantes do escritório tenho mais uma dezena. Ou vintena. Ou trintena. Ou...

 

Mas o grande problema é que quase todos os dias acrescento livros à whislist... 

Fruta Milagrosa

Ontem, a deambular pela minha cidade, cruzei-me com esta árvore. desconhecia o fruto e fui pesquisar.

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 Esta fruta chama-se Miracle Fruit/Fruta milagrosa e trata-se de uma árvore de origem africana, que permanece florida a maior parte do ano e produz uma pequena fruta vermelha.

 

A particularidade desta fruta não é propriamente o seu sabor, mas sim a propriedade única de transformar alimentos azedos e amargos no mais doces. E como? Porque possui uma proteína chamada miraculina que engana o  paladar. Depois do consumo da fruta, o efeito dura entre trinta minutos e duas horas.

Não se trata de um adoçante e portanto deve ser usada com cuidado, já que a boca e o estômago continuam vulneráveis à acidez de alguns alimentos que, se em excesso, podem causar úlceras.

 

Achei uma maravilha da natureza, e percebi porque fiquei fascinada. 

Para além disso, o facto de na mesma árvore, haver frutos maduros completamente vermelhos (os que apanham sol toda a manhã) e os outros mais escuros (que não apanham sol de todo)...

 

Já tinham ouvido falar?

Viajar, o meu oxigénio

Estou há um mês em casa, com uma pequena viagem a Lisboa e outra ao Norte e já estou ansiando pela minha próxima...

A organizar a minha estadia em Valência, no próximo mês. Sim, no que diz respeito a viagens, tenho bichos carpinteiros... 

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