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happyness is everywhere

O Povo português é essencialmente cosmopolita. Nunca um verdadeiro Português foi português: foi sempre tudo. FP

happyness is everywhere

Desafio da escrita - dia 25: Flores

Recebeu um enorme bouquet de rosas rosa no almoço do dia da Mulher. De um grande amigo.

Nem nesse dia se apercebeu que aquele gigante ramo de flores testemunhava um sentimento que ia muito para além da amizade. 

Nem nesse dia nem nos meses seguintes. Ela nunca desconfiou e ele nunca teve a coragem necessária para arriscar.

E assim se passaram os 3 anos do curso. E quando terminaram a faculdade, estavam ambos demasiado entretidos a garantir que o futuro profissional se concretizava.

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Hoje passados mais de 20 anos, com uma vida resolvida, quando revê aquele almoço em particular e o ramo de rosas, não consegue deixar de se perguntar.

E se tivesse percebido...?

 

Tudo de pantanas # 18

Bem sei que quando se vive demasiado uma paixão, a tendência é a de ver apenas esse mundo.

Como se a percepção do mundo ficasse comprometida e tubular.

 

A semana passada, a Sertã recebeu o Benfica em casa. Em casa como quem diz, o jogo foi realizado em Coimbra.

E como nestas coisas do futebol, por vezes as equipas ditas mais pequenas crescem e se superam, o seu presidente enusiasmou-se também ele, e afirmou perante as câmaras da televisão que caso o Sertanense ganhasse ao Benfica, que teria de se mudar dia do feriado municipal

(eu não li em nenhuma entrevista, com frase retirada do contexto, ouvi na entrevista à televisão e não, o senhor não estava com ar de quem estava a brincar!!!)

Desafio da escrita - dia 24: Peluche

Haverá idade para receber um peluche?

Não me lembro de peluches em criancinha, talvez porque fosse ais fã de bonecas, mas em adolescente, lembro-me de ter alguns na minha cama. Inclusivamente um de tamanho considerável, feito por mim, com um fecho atrás e onde durante o dia o meu pijama ficava guardado (lembram-se?).

 

Mas e o último peluche recebido? Foi com 10 ou 12 anos?

 

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Não!!! Foi com 45. Sim, sim, 45. E eu até gostei. Não pelo facto de receber um peluche que ia lá para casa encher-se de pó (mais uma coisa a encher-se de pó) mas porque o peluche pertencia a uma daquelas redes Salvem o Planeta e portanto a compra ajudou a contribuir. Foi portanto uma prenda ecológica!

Passadeiras 3D

Li este artigo e conhecem aquela expressão "blow my mind"? Foi isso.

 

Como é que nunca ninguém tinha pensado nisso? Claro que esta invenção teve origem no Japão, mais tarde chegou à Islândia, e está a ser implementada agora em Portugal. Onde? Na Maia.

 

Se tem resultados? Acredito que sim, porque os instintos básicos não se perdem. E a pintura é feita de maneira a que as riscas brancas pareçam ter relevo. Se as pessoas se vão habituar a elas e começar a agir como sempre, ignorando-as? Pode haver alguma tendência, mas como eu disse, os instintos básicos são inatos e não se perdem e portanto, em caso de distracção, ao olharmos de repente para elas, o instinto vai ser travar, já que parece realmente um obstáculo.

 

"Trata-se de uma solução simples, quase um ‘ovo de Colombo', na qual vemos potencialidades no incremento da segurança rodoviária, particularmente na defesa dos peões. Por isso esta solução ficará em teste e se a sua eficácia der provas no terreno eventualmente passará a ser usada noutros locais do concelho", disse o presidente da câmara, António Silva Tiago, à Lusa.

 

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Tudo o que seja para evitar acidentes deve ser bem-vindo!!

Desafio da escrita - dia 23: Comida

Ela ainda era do tempo em que a comida não abundava.

Em que até numa família da classe média, um carapau do alto dava para 5 bocas. Claro que os pais comiam sempre a parte menor para deixar aos filhos, que estavam a crescer. Os pais... os pais eram sempre os últimos. Mas isso também é uma forma de amor, não é?

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E se ela na altura não dava valor (nem compreendia), foi já na idade adulta, quando colocar pão na mesa para os filhos se revelava uns meses mais fáceis e outros mais difíceis, que compreendeu a amplitude do amor e sacrifício que os seus pais se tinham votado. Difíceis aqueles tempos...

Reminiscências

Um destes dias, estava ao telefone com a contabilidade e a despropósito, quando ela me perguntou se era tudo, eu respondi:

- Não por acaso esta conversa veio a talho de foice. O que eu queria mesmo era falar com Fulana.

 

??? Vem a talho de foice???? WTF?????

 

Esta esta uma expressão que a minha avó usava, mas ela já morreu há quase 40 anos... Onde raio fui eu buscar aquilo? 

Não sou do campo, não vivo no campo, não ouvi esta expressão recentemente, que raio quis eu dizer com aquilo? E terei usado correctamente? A minha intuição dizia-me que sim. Então fui pesquisar.

Ainda para mais, quando desliguei o telefone, foi um gozo no escritório pela expressão usada. Uns diziam a talho de foice, outros a talhe de foice. E claro, falou-se de talho, de corte e até de talhões!!

 

Finalmente, alguma luz: Esta expressão idiomática significa "vem a propósito" falar-se disto já que se estava a falar daquilo. Apesar das duas palavras não terem nada a ver uma com a outra, talho e foice, traduzem também a ligação entre dois assuntos que aparentemente, não têm ligação entre si. 

Como diz o povo: quando se pensava que o cu não tinha a ver com as calças, afinal até tem.

Desafio da escrita - dia 22: Fotografia

A Guida sempre amou fotografia.

Passava tardes e tardes de volta de sites de fotografia, visitava exposições, estudava luz, posicionamentos, ângulos.

Se no princípio conseguia ver a beleza de uma fotografia e ponto, isso tornou-se cada vez mais difícil. Agora, ela via a fotografia num primeiro momento e logo depois, buscava informações sobre a técnica usada, cuscava as propriedades e por vezes até, encontrava um pequeno (ou grande) defeito e pensava, eu teria feito daquela forma.

 

Tudo ganhara outra dimensão quando comprou a sua máquina. Com ela ganhou outra autonomia e outro poder sobre o que a rodeava. Ou pelo menos ela sentia assim. E por isso, andava de máquina para todo o lado. Sentia-a como se fosse um apêndice de si própria...

 

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Tudo de pantanas # 17

Então os fugitivos do tribunal do Porto, que a meio da tarde de ontem todas as rádios noticiavam estarem já fora do país, foram apanhados em Espanha?

Como? Não foi em Espanha? Ah, em Gondomar.... 40.000 euros no bolso e estavam no parque de campismo de Gondomar... 

 

E é isto, temos criminosos muito básicos com técnicas caseiras. 

 

Lembram-se de Tancos? 

O tipo que levou o material fugiu para algum canto recôndito do mundo? Não!

Escondeu o material na casa da avó. 

 

Não é de ficar envergonhado com gente deste calibre? 

5 coisas boas (+ fotografia da semana) #42

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Segunda, 15

Comprei a  primeira prenda de Natal 

Recebi uma tradução para fazer, o que significa sempre uns dinheirinhos extra a entrar em cofre. Bem bom!

  

Terça, 16

Tinha marcado cabeleireira para cortar cabelo e fazer a hidratação.

Aprecio bastante quando as pessoas são honestas. Ela disse-me que estava a precisar, já que as pontas estavam ressequidas. Disse-lhe que seria mais cuidadosa no futuro. Achas que venha fazer duas vezes por mês? Não, basta que faças uma vez... Honestidade.

 

Quarta, 17

Voltei ao ginásio depois de uma pausa considerável. Infelizmente vou fazer mais uma pausa de uma semana. Não está fácil... 

 

Quinta, 18

Andava com pouco tempo, mas ainda assim queria organizar o tempo livre que terei em Toronto. Na viagem do ano passado visitei quase tudo o que pretendia, mas a verdade é que acabamos por deixar a realidade invadir os nossos projectos e não consegui fazer tudo.

Aproveitei a quinta para planear, comprar vouchers e visualizar a estadia.

 

Sexta, 19

Descobri afinal que o The Fork Fest tinha um restaurante em Sagres. Tive alguma dificuldade em reservar, mas consegui um almoço tardio para domingo! Yeahh!

 

Fotografia da Semana # 42

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 Sagres em todo o seu esplendor! Adoro Sagres!!