Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

happyness is everywhere

O Povo português é essencialmente cosmopolita. Nunca um verdadeiro Português foi português: foi sempre tudo. FP

happyness is everywhere

Desafio das 52 semanas - Semana 40

20817683_bPD0p.jpeg 

Os meus "cheiros" preferidos são... 

 

Tenho cheiros que estão definitivamente associados a alguns dos momentos mais felizes da minha vida. Outros, são só esquisitos, eu sei....

 

Os consensuais:

Gosto do cheiro de lavanda, de baunilha, de especiarias, da pele de bebé, de fruta madura mas não muito, daquele cheiro peculiar das ruas lavadas em dias muito quentes, de terra molhada, de pão quente (hummm, quem não?), de livros quando os abrimos, da madeira contida em alguns perfumes.

 

Os não tão consensuais:

Da gasolina. O cheiro dos hospitais.

Eu sei... eu sei...   

  

Neste TAG participam para além de mim, a 3ª face, a Ana, a Ana Paula, a Catarina, o Carlos, a Carlota, a Charneca em Flor, a Daniela, a Desarrumada, o David, a Fátima, a Gorduchita, a Hipster Chic, a Isabel, a Mãe A, a Mariana, a Maria Mocha, a Marquesa de Marvila, a Mimi, a Paula, oP.P, a Sweetener, a Sofia, a Tatiana, a Tita e o Triptofano 

(nomes ordenados alfabeticamente)

Espreitem o que cada um de nós vai respondendo ao longo do ano também podem espreitar pela tag  52 semanas

Desafio da escrita - dia 5: Alho

Quando era pequena, pertencia a um grupo. E as crianças são cruéis e verdadeiras, já sabemos isso.

 

Nunca participei em nada que prejudicasse grandemente um colega, mas aquelas brincadeiras sem jeito de alcunhar colegas nem sempre eram boas ideias. Principalmente quando as alcunhas colam e acompanham a pessoa até à vida adulta.

 

Tínhamos um amigo que participava nas nossas brincadeiras, mas que devido ao tamanho da sua cabeça, chamávamos de Cabeça de alho chocho. 

Percebi quando cresci que fomos incorrectos, ainda para mais porque a alcunha pegou e ainda hoje, lhe está colada... Desculpa Nuno!

 

alho.jpg

    

Texto inserido no Desafio da escrita.

Palavra do dia 5: Alho

Desafio da escrita - dia 4: Livro

O livro que mais gostei na minha vida.

Torna-se difícil, mas ao mesmo tempo fácil.

Que tipo de livro nos dá mais liberdade? Claro que teria de eleger o

250x.jpg

Recebi este livro ainda adolescente. Nele escrevinhei pensamentos, poemas, frases com e sem rima. Simples apontamentos.

 

Uma página em branco. Há alguma coisa melhor que isso? Para registar as nossas histórias, as nossas rugas, as nossas vontades. Sim, porque o branco só pede uma coisa - que seja preenchido!

  

Texto inserido no Desafio da escrita.

Palavra do dia 4: Livro

Desafio da escrita - dia 3: Dentes

Dentes, roda dentada, pensamento.

 

Este é o encadeamento que o meu cérebro seguiu quando vi a palavra do dia. 

Aceitamos o adquirido como normal, mas quão fantástico é o nosso organismo, o nosso corpo, e mais ainda, o nosso cérebro?

Quando percebemos a nossa inclusão no mundo e na grande cadeia que é a vida no planeta, é fascínio que me invade. Porque o pensamento é algo inebriante, que nos torna únicos e nos ajuda a comandar a vida.

Sim, porque o pensamento pode e deve ser treinado. E essa foi uma lição que aprendi e quis transmitir ao meu filho. Nós comandamos a forma como vivemos!

 

brain.jpg

  

Texto inserido no Desafio da escrita.

Palavra do dia 3: Dentes

Uns dias na Suíça

Hoje vou ausentar-me outra vez. Mais uns dias.

Desta vez na Suíça. Montreux, mais exactamente.

Adoro terminar o dia junto ao Lago. Aquele lago é lindo.

Deixo uma foto de uma viagem anterior.

P1010466.JPG

(Foto da minha autoria - Montreux - Out2008)

Desafio da escrita - dia 2: Vela

Sempre gostei do vento.

Porque sempre me senti uma vela que vai e vem,que não tem sítio determinado.

Eu sou do Mundo, sou do Mar, sou do Vento.

E se gosto do meu cantinho ao qual sempre retorno, adoro este movimento ondulante de viagem após viagem que me faz sentir viva e me dá alento para as agruras dos dias menos bons.

 

Vela.jpg

Texto inserido no Desafio da escrita.

Palavra do dia 2: Vela

Apresento-vos...

a Mia!

 

A Mia é a nova residente cá de casa. Eu já tinha dois gatos e não queria mais.

Mas o acaso levou a que esta gatinha fosse abandonada a semana passada e acabasse no motor do carro do meu filho. Depois de resgatada, não houve como dizer que não.

A Lua ainda tem as patinhas traseiras brancas, mas a Mia é TODA preta. Hesitámos no nome, Diva, Puma, Mystic, Footie. Mas ontem pelo facto de ela estar sempre a miar a pedir mais carinhos, acabámos por dizer Tumias, Mias e ficou Mia...

A veterinária disse-nos que um novo gato poderia mudar as dinâmicas cá de casa. Lembram-se que a Lua anda com stress por causa da hiperactividade do Rully e anda a ser medicada? Pois.

Mia.jpg

A Lua recebeu-a bem, já o Rully anda um bocado ciumento, com medo e só hoje começou a aproximar-se...

Vamos ver como correm as coisas e se ele muda o seu comportamento de gato Alfa, agora que está em minoria  (tanto em sexo como em cor)

 

Desafio da escrita - dia 1: Pegada

Pegada.

Sempre pensara em pegada como a sua herança no Mundo.

Pensava amiúde que se torna mais fácil para os artistas, através da sua música, dos seus quadros, da sua arte. Já que para o comum dos mortais, a mortalidade só pode ser contrariada e combatida em pequenos núcleos. Por isso, tudo fez para constituir família e deixar a sua migalha no mundo.

 

Amou, casou, amou de novo e desta vez para sempre e de forma incondicional. 

 

E foi aí que percebeu que a imortalidade existe. Nas pegadas que deixaria, nos gestos tão iguais da sua filha e nas histórias que seriam contadas à sua neta. 

 

A sua pegada seria a sua descendência. 

0.jpg

 

 

Texto inserido no Desafio da escrita.

Palavra do dia 1: Pegada

Desafio de Outubro - Escrita

Resolvi aderir ao desafio da Totó, porque é um tema que me é querido e quem me lê, sabe que desejo muito escrever contos. 
Não prometo escrever todos os dias (até porque vou de férias amanhã), mas é provável que consiga agrupar as palavras em falta num só conto ou frase.

 

desafio outubro.png

O meu mentor morreu

Creio que há sempre uma pessoa na nossa vida que teve um papel fundamental no desenvolvimento da nossa carreira. Que acreditou em nós e nos deu o empurrão de que precisávamos.

No meu caso, aconteceu em 1991, quando alguém acreditou que eu faria a diferença e face a todos os obstáculos colocados pelo facto de eu ser mulher e jovem, lutou, fincou pés e o conseguiu que o meu nome continuasse na lista.

 

Na altura integrei um pequeno grupo de candidatos e fomos para França fazer uma formação de 15 dias. Desses candidatos, apenas eu me mantenho ainda hoje, em funções. Por razões várias foram abandonando e apenas eu me mantive fiel aos meus propósitos.

 

À conta da minha actividade/hobby, já viajei para todos os continentes e tenho para cima de 450 viagens já realizadas. Conheci muita gente e vi muitos hábitos diferentes dos nossos.

 

O meu mentor morreu, mas apesar disso, vou-me lembrar dele para sempre.

 

 

Porque me mudou a vida.

Porque me alargou horizontes.

Porque me fez desafiar as minhas capacidades. 

Obrigada, AB!

Pág. 6/6