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happyness is everywhere

O Povo português é essencialmente cosmopolita. Nunca um verdadeiro Português foi português: foi sempre tudo. FP

happyness is everywhere

Pilates mascarado

E na segunda, sabíamos que teríamos de ir mascarados para o ginásio.

Como? Eu não queria ir de pantera cor-de-rosa ou outra que a valha... Resolvi ir ao meu armário das viagens e encontrei o que procurava. A minha máscara do Carnaval de Veneza.

 

máscara.jpg

A minha próxima viagem

Estive a tratar do meu visto. E da viagem de avião.

Ruanda é o meu próximo destino. 9 dias.

 

Já tive óptimos feedbacks de amigos que já lá foram. Que é um país muito verde, que é dos países de África onde se está melhor. E vou para a capital, Kigali.

 

Mas... tem de haver sempre um mas...

Estive a ler as regulações para a deslocação e estadia e desconfio sempre quando é preciso precisar que é 1 person per bed!!

Tudo de pantanas # 28

Um indiano de 27 anos resolveu processar os pais por o terem trazido ao mundo sem o seu consentimento!

 

What?? E como fariam isso? 
Há sugestões para além de cartas enviadas para o além? Ou será para o aquém?

 

Mas isto está tudo doido?

Migrar para ter qualidade de vida

Já vivi em Oeiras, trabalhando em Lisboa e em Carcavelos, pelo que o ritmo de viagens me obrigava a ir de carro. E ainda havia o pequenote, que tinha de ir buscar à ama.

Passava portanto horas intermináveis em filas, semáforos e cruzamentos.

 

Um dos aspectos positivos de viver no Algarve (ok, esqueçamos Agosto) é que demoro 5 minutos entre trabalho e casa. Literalmente! 

E ter duas horas de almoço, abre um mar de possibilidades. Normalmente aproveito a hora de almoço para ter as aulas de Pilates, para fazer as unhas, cabeleireiro, etc. Mas como isso não se faz todos os dias, sobram muitas horas. Para ir ler na praia -  mesmo que não se saia do carro - para ir a casa terminar qualquer trabalho, para almoçar todos os dias em casa, para estender ou apanhar roupa, enfim, tudo aquilo que precise ou que me ajude a retemperar energias para a segunda parte do dia.

 

E não pensem que não sei o privilégio que tenho. Sei e saboreio-o e quando falo com as minhas amigas de Lisboa que chegam a casa às 9h30 da noite, com um sem-fim de tarefas para realizar até ir para a cama, percebo que abdiquei de muito ao migrar de Lisboa para o Algarve, mas ganhei muito mais...

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