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happyness is everywhere

O Povo português é essencialmente cosmopolita. Nunca um verdadeiro Português foi português: foi sempre tudo. FP

happyness is everywhere

Vamos votar?

Até ontem, eu não sabia em quem iria votar amanhã.

A não ajudar, a miséria de campanha eleitoral a que fomos sujeitos nas últimas semanas.

Demasiada preocupação com as legislativas e poucas em dar a conhecer o efectivo trabalho dos candidatos lá fora.

Há uns anos, uma amiga que trabalhava na UE contava-me que a história dos nossos galheteiros e das vendas a retalho de produtos nas feiras - onde a ASAE intervinha. E só aconteceu porque os nossos eurodeputados aprovaram a lei geral sem apresentar excepções, excepções essas que cada país podia apresentar (e apresentaram, na maioria)...

 

Se estão indecisos, e precisam de uma ajuda, podem usar esta ferramenta!

O que não vale é não ir votar! Votar é o que nos coloca a todos em pé de igualdade e não é positivo darmos a liberdade como garantida. Nunca se sabe o futuro!

E se queres ir à praia ou ao futebol, vai! Consegue-se fazer ambas as coisas!! 

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Se eu fosse # uma expressão facial

Expressões faciais. São sete, tal como os pecados.

Alegria, aversão, desprezo, medo, raiva, surpresa e tristeza. 

 

Se tivesse de escolher uma, claro que seria a surpresa, aquela que leva ao sorriso e depois à alegria, ou pelo menos ao bem-estar! O sorriso genuíno, porque como sabem, o sorriso é aquela reacção do humano que mais facilmente se finge...

 

Quando eu naufragar também vou ser assim inteligente

Esta história passou-se há dois meses, mas eu registei-a na minha mentezinha, porque nunca se sabe quando é que na posse do meu iate, poderei naufragar! Aqui a parte altamente improvável é mesmo ter um iate

 

Dois irmãos tencionavam viajar desde Auckland até ao Brasil. Looooonga viagem, não?

Claro que numa viagem destas, há sempre a hipótese do vento levantar umas ondazitas mais rebeldes. E foi o que aconteceu. Um deles caiu à água em circunstâncias que não interessam nada e apesar do irmão lhe ter jogado um colete, ele nunca o conseguiu apanhar...

 

Mas esta história teve um final feliz. Ele foi salvo 4 horas depois mas estava fresquinho que nem uma alface. Como? Porque tinha umas calças de ganga!!

Ele conhecia "o truque dos jeans". E eu também fiquei a conhecer!

Fui pesquisar e encontrei o vídeo que mostra a técnica utilizada pela Marinha dos USA e que consiste em transformar as calças num colete salva-vidas improvisado.


Basicamente, dá-se um nó no final de cada uma das pernas e enche-se de ar ao tirar para fora de água. Depois, é só usar a bóia

 

E agora, pessoalmente tenho uma dúvida: já sei sobreviver ao cimo da água. E ao frio??

Se eu fosse # Uma parte do corpo

Qual a parte do corpo que mais prezo?

Pensei nos ouvidos, mas acho que sofreria mais se o que me faltasse fossem os olhos. Portanto escolho os olhos como a parte mais importante do corpo.

 

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Até porque acredito que os olhos falem e que a mensagem mude consoante o olhar que damos ou recebemos.

 

Nada mais constrangedor do que umas palavras que transmitem uma ideia e que não são de todo, condizentes com o olhar.

 

Vestido de noiva

Isto de ter um casamento no próximo mês fez-me pensar um bocadinho no vestido, nos sapatos, na prenda... Lembrei-me de um post que escrevi há uns tempos sobre o rombo que um casamento faz. 

 

Mas adiante. Acabei por dar comigo a pensar no vestido de noiva. E na sua história, não sei se conhecem...

 

Foi a Rainha Vitória do Reino Unido quem no séc. 19,  lançou muitas das tradições que resistiram às épocas. Para já, foi ela quem escolheu o marido! Isto na época eram escolhas familiares, sociais, políticas, económicas. Nada de amor à mistura. (Se calhar e pensando melhor, é por isso que naquela altura havia tanta traição e amantes...). Para além disso foi ela quem pediu a mão do príncipe Alberto. Inovadora, não??

 

Não foi a primeira mulher a vestir-se de branco, mas foi com ela que essa tradição ganhou vida (até porque ela enviou um aviso a todos os convidados que não deveriam usar branco)! Até então a roupa de noiva era apenas o vestido mais bonito que as pessoas tinham, independentemente da cor. 

 

Também nos acessórios ela inovou. Deixou a coroa de lado (que ultraje ao protocolo real, mas rainha quer, pode e manda, não?) e levou um véu e uma coroa de flores de laranjeira, símbolo da fertilidade. Levou ainda damas de honor todas vestidas de iguais. E o bolo? Foi o primeiro bolo com vários andares. 

 

Sabiam que em termos de tradições, devíamos tanto à Rainha Vitória?

 

Se eu fosse # um objecto

Sem dúvida alguma, a minha agenda.

Eu não sou ninguém sem a agenda. O ritual de final de ano é passar todas as datas para a agenda do ano seguinte. Passar os meus compromissos, as minhas viagens programadas e começar a ver o calendário a ser preenchido.

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Depois tenho o ritual de domingo à noite. Mudar de folha, olhar para a semana seguinte e perceber o que tenho de fazer. 
Sou mesmo agenda-dependente. Já tentei no telemóvel, mas não é a mesma coisa...

Se eu fosse # um verbo

Se eu fosse um verbo, seria sem dúvida VIAJAR.

 

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Viajar faz parte já de mim. 

E agora que estou mês e meio em casa sem viagens, já os meus amigos andam a gozar comigo dizendo que isso me desiquilibra. Qualquer coisa que eu faça ou diga:

 

- Não vês, está há um mês sem viajar, e é isto! 

 

Concerto Casca de Noz

Tenho muitos artistas favoritos, embora dificuldade em escolher O tal.

 

Fui há uns dias ver o Casca de Noz do Miguel Araújo. Nunca tinha visto um concerto dele e fiquei fascinada.

 

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Claro que gosto das músicas que passam no rádio, mas nunca me tinha detido nas letras. Algumas diziam-me qualquer coisa, outras limitava-me a cantarolar sem pensar muito nelas.

 

E no concerto, isso é impossível. 

Sendo um concerto intimista, somos nós e ele. As letras passam na parede do palco, verso a verso, numa rítmica coincidente com a música. 

E apercebemo-nos de palavras que pensávamos que eram as certas, da complexidade das rimas. Dei por mim a pensar rimas fáceis do tipo 'ela e bela', não são para o Miguel Araújo, não! Ele estuda as palavras, usa palavras menos óbvias, arma-se em verdadeiro poeta!

 

E depois a métrica! O número de palavras que ele consegue meter num verso é absolutamente fantástico! 

Outra pormenor que fez toda a diferença foi a projecção em conjunto com a letra, das imagens em directo das suas mãos ao piano e nas guitarras.  

 

Se ele passar perto da vossa cidade, vão ver! Vale a pena!!

 

Se eu fosse # uma palavra

Vou-me repetir mas vai ser igual ao Sentimento.

 

Tranquilidade

 

A vida com tranquilidade não tem comparação. 

E tranquilidade não significa falta de acção. Ou de pessoas que me rodeiam.

 

Tranquilidade significa que cheguei a um patamar da minha vida em que apenas deixo entrar pessoas que efectivamente me trazem boas cores. Que não tenho problemas - ou quase. 

O que me deixa a alma em pleno para aproveitar a vida!

 

Seetroën, sim assim com 's'

Não se trata de um erro, foi mesmo o nome dado pela Citroën a estes óculos, que visam evitar os enjoos.

 

Sempre fui uma mártir das viagens de carro, barco e autocarro. Os meus pais vinham de carro  Portugal numa duração de 1 dia e duas noites ou dois dias e uma noite, dependendo da hora de partida! Eram viagens terríveis para mim, que viajava sempre com um saquinho a lado, tal era o enjoo contínuo sofrido. Mais tarde, quando estudava em Lisboa, eram as viagens de expresso que me derreavam.

Cheguei a enjoar dentro do fato de mergulho, com a simples oscilação do mar! Vantagem: os peixes vinham ao engodo e eram mais fáceis de apanhar!! 

 

Tais enjoos terminaram quando tirei a carta e comecei a conduzir. Mas basta ir de pendura para sentir logo aquela má-disposição. Pena não existissem já estes óculos...

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Os óculos são formados por 4 anéis com líquido azul que simulam uma linha de horizonte estável. E toda a gente sabe que são os movimentos do corpo face à linha de horizonte que provocam a indisposição. A marca promete que colocando os óculos aos primeiros sintomas, ficarão resolvidos ao fim de 10 a 12 minutos...

 

Custam 99 euros mas vamos lá a ver - se se utilizarem transportes públicos diariamente e se quiser aproveitar o tempo para ler ou trabalhar e se sofrer desta maleita, trata-se sim, de um investimento!! 

Eu fico mais descansada! Se um dia eu deixar de conduzir, sei que há alternativa para mim!