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happyness is everywhere

O Povo português é essencialmente cosmopolita. Nunca um verdadeiro Português foi português: foi sempre tudo. FP

happyness is everywhere

Sempre, sempre de fralda!

Pronto, e este será um dos meus últimos posts antes de viajar, por isso, uma nota de boa disposição!1.jpg

 

Quando vi esta foto pela primeira vez, achei que aquilo era uma trança do pai. Até ter percebido que não era! 

(agora só volto a 11 dezembro. Até lá, boas compras de natal!!)

Gestores de carreira

Tendo passado completamente despercebido, fiquei abismada com uma notícia acerca da actividade de chulo

A profissão de chulo foi descriminalizada. Sim, leram bem. Alguém resolveu considerar que é anticonstitucional a profissão de chulo ser crime. Sim, porque algumas mulheres podem querer ter um gestor de carreira e se for crime, não podem!

 

Nem me vou alongar sobre as comichões que isto me faz... 

 

Pequenos apontamentos do fim de semana

Ontem fui ao teatro a Lisboa.

Quisemos ir ver esta peça porque a tínhamos visto há um mês na Broadway, na recente viagem a Nova Yorque.

Chicago, uma peça dos loucos anos 20, tem momentos de diversão, de música e de crítica social. Ou não fosse um dos musicais com mais sucesso na história.  

Tenho a dizer que esta versão do Diogo Infante não fica a dever nada à que vi. Com o seu cunho latino, acaba por ter mais vivacidade. Se alguma crítica faria, seria à versão da Mamma, que na que vi, tinha muito mais carisma, talvez pela actriz ser também ela muito carismática! De referir que na versão de Nova Iorque, foi ela quem obteve maior aplauso por parte da plateia!

 

Que mais... estive nos últimos dias em Genève, numa formação. Continuo a adorar a Suíça pelo seu mecanismo tão perfeito. Descobri que a Cidade tem o seu próprio sistema de wi-fi e que é acessível ao comum dos mortais... Por um ano! Subscrevi e como vou voltar em Agosto, ainda estará activo!

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E já no sábado quando voltava, conheci uma pessoa muito interessante. Conversámos durante horas, trocámos contactos e muitas mensagens e telefonemas depois disso.

Como diz uma amiga minha, os filmes que viu em que um casal se conhecia no aeroporto nunca agoirava nada de bom porque ele era sempre assassino!  

(amiga, tens de ver que tipo de filmes andas a ver...) 

 

Mais novidades... Estou de partida (já sei que estar de partida já não é novidade nenhuma). No próximo sábado, vou quase duas semanas para o Qatar e Nova Zelândia. Até lá, vou tentar ser o mais assídua possível, mas nada prometo!!  Demasiado por fazer em apenas 5 dias... 

 

Desafio dos Pássaros - Tema # 11

Pareço ser a mais recente aquisição desta família.

Eles são todos um bocado destemperados. A mais velha, quer andar sempre comigo ao colo. Depois pede-me para eu deixar de miar! Como se eu pudesse!! Eu que fui abandonada e tive de passar a noite no motor do carro daquele rapazola que também anda aqui nesta casa. Não me apetece calar, nunca!!! Nunca, foi este miar que me permitiu não morrer abandonada e ter esta segunda chance!

Depois há um gatarrão branco que acha que é o rei aqui do sítio. Ocupa os melhores lugares, come na tigela maior, escolhe o spot aos pés da cama mais apetecível. Não gosto muito dele, mas parece que se quiser brincar, vou ter mesmo de o aceitar...

Há ainda a Rainha. Acho que ela é a gata mais velha, pelo menos parece ter uma relação diferente com os humanos cá da casa. Anda sempre com um laço ao pescoço, e gosta! Como é que se pode gostar de tal coisa??? 

 

Mas vocês não imaginam o que eu passei com o meu baptismo! Para já, fui gatinho por uns dias. Felizmente levaram-me ao vet que os esclareceu sobre o meu género! G-A-T-A!!! Portanto, todos os nomes masculinos ficaram pelo caminho. Mas vejam só a lista:

Pensaram chamar-me Leopardo, Lady, Ruby, Safira, Delica, Asud, Beltza, Star, Noire, Negress...

Chamaram-me Mystic durante uns dias. Footies por um dia.  E finalmente Mia. Aparentemente eu mio muito, reivindico muito e sou muito presente e sonora! 

 

Durante o dia os meus donos existem para me consolar e me fazerem feliz! Eu escolho quando como, quando levo festinhas, quando me aninho. Nunca pensei que me fosse sair a sorte grande, mas ter escolhido aquele carro cinza em Almada, fez-me migrar para o Algarve onde sou muito bem cuidada!!

Ainda hoje sou um bocadinho assustadiça, mas já sei que nada tenho a temer daqueles quatro. E depois, jogo com a meiguice para conquistar aqueles corações! 

 

Tema #11 : Um dia na tua família… do ponto de vista do teu animal de estimação

Incongruências

Incongruências dos dias de hoje.

Estou a ver as notícias. 44% das crianças entre 9 e 17 anos já tiveram contactos com abusadores sexuais. Vou dar o benefício da dúvida e considerar que estes contactos não são necessariamente físicos...

 

E depois penso. Que mundo é este em que os pais não deixam os filhos dar um passo sozinhos - têm de leva-los à escola, ir busca-los, leva-los ao karaté e à piscina, às festas de aniversário e sei lá mais a quê...

E depois quando chegam a casa, "protegidos do mundo lá fora", deixam-nos aceder à internet sem qualquer tipo de supervisão, não pensando sequer que eles podem correr mais perigo entre 4 paredes, do que por vezes na rua...

Maneiras simples de poupar

AZEITE SPRAY.jpg

 

Uma das novidades do mercado de que gosto é a lata-spray de azeite. 

Habituei-me a usa-la e sempre que faço algo na frigideira ou mesmo para temperar, utilizo este sistema. Sai menos e controla-se a quantidade de gordura que usamos.

A minha última lata acabou há uns tempos. Em vez de comprar uma nova cujo preço é 2,69€, comecei a magicar como poderia poupar uns tostões. Sim porque a latinha tem 20 cl e por esse preço aproximadamente conseguiria uma garrafa de 0,75 cl...

 

E vai daí, usei um frasco que tinha lá por casa. Para experimentar, coloquei apenas um pouco de azeite (não fosse o tubinho do spray ser demasiado fino). Funcionou! E portanto, continuo a usar!!

Poupança nas pequenas coisas!!

O futuro pode ser assustador, mas depois tem destas coisas...

Quando recuamos no tempo, constatamos que a geração seguinte viveu sempre melhor que a anterior. Foi assim com os nossos avós em relação aos nossos bisavós. Os nossos pais em relação aos nossos avós. E será assim, sempre... Basta pensar na fome, nas crianças que trabalhavam, nas doenças, nas guerras. Apesar dos presentes indicadores assustadores, temos de lembrar que ao longo das décadas, esses sempre existiram. Mas porque sou optimista, continuo a acreditar que o futuro vai poder trazer coisas boas.

E se alguém tem dúvidas, vejamos esta notícia, da qual resumo abaixo: 

Um francês de nome Thibault, de 28 anos e natural de Lyon, ficou tetraplégico há 4 anos após uma queda de 12 metros de altura e sofreu lesões irrecuperáveis.

Tendo-lhe sido apresentada a possibilidade de usar um exoesqueleto, Thibault treinou durante meses em videojogos as técnicas para depois poder comandar o seu corpo a partir das ordens emanadas pelo cérebro. 

A mesma técnica se poderá aplicar a usuários de cadeiras de rodas que não consigam mexer os braços. Todos nos lembramos da imagem de marca do Stephen Hawking com a sua cadeira movida através de um único músculo na bochecha!

exoesqueleto.jpg

Digam lá se não acham que o futuro terá coisas aliciantes??

 

Quando achamos que somos mais fortes do que realmente somos...

Há uns meses largos estiveram a fazer obras junto ao meu trabalho. E colocaram um daqueles separadores do trânsito ao lado da chapa metálica que substituíram para que o cimento tivesse tempo de secar. Ora isto foi em Maio mais ou menos...

Veio o verão e principalmente o mês de Agosto e os lugares para estacionar faltavam. O separador de trânsito foi mudando de posição aos poucos.

separador.jpg

Um dia, cheguei ao trabalho e havia um meio lugar de estacionamento. Se empurrasse o separador um bocadinho, já caberia lá.

Saí do carro, cheia de confiança. 

Agarrei no plástico, fiz força, fiz força, fiz força, meti o rabo entre as pernas e voltei para o carro. É que o raio do separador de trânsito NEM SE MEXEU!! 

Nem olhei à volta para reparar se alguém tinha visto a minha figurinha!! 

Tudo de pantanas #37

Um homem de Maryland nos EUA resolveu provar que as validades são por vezes uma treta. E então resolveu consumir durante um ano, produtos fora de validade e veio agora contar a sua aventura. Tudo começou acidentalmente quando comeu um iogurte cujo prazo de validade ultrapassava os 6 meses e nada lhe aconteceu.

 

Por acaso partilho um bocado desta teoria. Por isso faz parte d' Este Tudo de Pantanas, porque acho que a indústria conseguiu impôr a sua ditadura da validade. No meu trabalho exigem-nos que os frascos de soro fisiológico (às vezes ainda fechados), o betadine, e até um ou outro ignorante nos falava da validade do algodão. Mas eles são os Inspectores por isso ainda que queiramos provar que o algodão só tem uma data e essa é a do lote de fabricação, já por diversas vezes ficou anotado por estar estar fora de validade. (algodão fora de validade, senhores e senhoras!!), a última palavra é deles! 

Mas eu ainda sou do tempo em que diversos produtos não tinham validade. Por isso ainda hoje não ligo muito a validades. Há coisas óbvias que respeito, tal como iogurtes empolados, mas se não estiverem assim, ainda que passe uns dias, marcha na mesma!! Mas protector solar, por exemplo, não ligo nenhuma!!

Desafio dos Pássaros - Tema # 10

Estou sonolenta. Apesar da companhia, a minha cabeça vai pendendo e luto contra a vontade de fechar os olhos. Faltam só 40km e depois posso passar o volante ao João.

Não percebo como cheguei ao final da semana com tal exaustão. Aliás, até sei. Porque o meu corpo ainda não se habituou ao horário de inverno e acordo todos os dias (ou direi todas as noites?), assim que a aurora desponta.

Chegada a Lisboa, calhando troco de lugar para poder descansar no banco de trás. Ainda será uma estopada até lá acima.

Vou a matutar neste problemão que criou e ganhou raízes na minha cabeça. Só já consigo visualizar-me no banco de trás, com uma almofada (nota mental para não me esquecer de a retirar do porta-bagagem) e não aqui com a rodinha na mão e os pés nos pedais. O volante, apesar de ser um carro de direcção assistida, pesa toneladas. Eu sei que os últimos quilómetros são sempre os mais perigosos quando estamos com sono. Alerto os meus companheiros de viagem para esse tópico e começamos a falar de coisas ligeiramente mais interessantes.

A partir de Lisboa o João leva o carro e eu salto literalmente para o banco de trás! Demoro um bocadinho a adormecer. E com o carro cheio, vou acordando aqui ou ali. Já chegámos? Já chegámos? Eu sei que pareço um miúdo, mas amanhã vou dar aulas o dia todo e antecipo já o prazer de chegar a uma cama feita de lavado!

 

Uma história a prever o que vai acontecer mais logo na viagem para cima... 

 

Tema #10: Já chegámos? Já chegámos?

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