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happyness is everywhere

O Povo português é essencialmente cosmopolita. Nunca um verdadeiro Português foi português: foi sempre tudo. FP

happyness is everywhere

A vida mistura tudo

Avisei que estaria menos presente. Até que consiga reequilibrar a minha vida que agora conta com mais uma pessoa, tenho de ganhar novas rotinas.

Não é fácil ter estado solteira tanto tempo e encontrar assim a pessoa dos meus sonhos. Há toda uma independência que tem de ser reavaliada, reajustada. Apesar de pouco mais de um mês ter passado, a certeza de que alguma coisa nos puxa um para o outro é tão forte, que parece que finalmente as coisas que tinham de acontecer, simplesmente aconteceram. Desde o dia 1 e mesmo a milhares de quilómetros de distância (fui para o Qatar e Nova Zelândia logo a seguir), aquela sensação de intensidade e intimidade sempre existiu. Estou Happy 

 

Mas como disse no título, a vida é uma sandwich de coisas boas e coisas más. E acabei de ler com grande tristeza, que aquela Grande Mulher Marta Elle partiu. Lutou até ao fim. Fez deste espaço a sua luta e o seu estandarte de resistência. Paz para a Marta!

 

E para terminar, agradecer a todas as pessoas que votaram em mim e que contribuíram para que eu fosse uma das Sapas do Ano. Parabéns a todos os que participaram, que ficaram pré-seleccionados. A divulgação foi no dia dos meus anos e como calculam, eu andava demasiado ocupada para me aperceber...

 

Agora sim para terminar, apresentar as minhas desculpas a toda a Passarada. Por ter abandonado o projecto no Tema 12. Gostei bastante de ter escrito durante 11 semanas, mas nas vésperas de ter ido para o outro lado do mundo, não consegui ter tempo para escrever. E depois, o meu mundo ganhou outras prioridades que já entenderam pelo que escrevi mais acima. Em 2020 estarei de volta para responder a alguns dos desafios lançados.

Até lá, Sejam felizes e que as entradas em 2020 sejam auspiciosas!

De volta... mas pouco...

Já regressei, mas como todos os regressos, são sempre complicadinhos.

Foram uns dias fantásticos. Se gostei mais do Qatar ou da Nova Zelândia? Nem sei... Duas realidades completamente diferentes.

 

Quando regressei, tinha à espera o homem que conheci na minha última viagem à Suíça e no qual falei de raspão nesse post. Tem sido muito bom, ele passou a última semana na minha casa e apesar de ele falar um pouco de português com sotaque, continuamos a falar em francês - afinal foi assim que nos conhecemos, não?

 

Portanto, apesar de estar por cá... o coração anda cheio demais para me dar alguma tranquilidade para escrever.