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O Povo português é essencialmente cosmopolita. Nunca um verdadeiro Português foi português: foi sempre tudo. FP

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A extraordinária viagem do Faquir - O filme

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Na última semana fui ver dois filmes fenomenais. Este e A Livraria. 

Ambos muito bons, em espectros totalmente diferentes.

 

Aja é um jovem indiano que sonha viajar com a mãe até França para conhecer o pai. Entretanto a sua mãe morre e ele resolve que é tempo de ir.

A estadia em Paris é cheia de tropelias. Viaja de Uber, visita a Ikea, um sonho de menino, e marca um encontro com Marie.

Depois, como não tinha onde dormir, resolve passar a noite dentro da loja, escondido. E é aqui que tudo se complica.

 

Este filme é uma adaptação do livro “A extraordinária viagem do Faquir que ficou preso num armário do IKEA”, de Romain Puértolas.  E extraordinário é o melhor adjectivo para o filme, com muitas lições a retirar. 

Cada nova aventura demonstra o valor das pessoas e dos sentimentos em detrimento dos bens materiais. E que nem sempre o lugar onde estamos não é o lugar onde devemos estar. Complicado? Não: no fundo é só uma outra forma de dizer que o melhor lugar é a nossa casa, por mais exuberantes e ricas possam ser as outras.

Adorei o filme. Não apenas pelas mensagens das entrelinhas mas também pelas imagens, sons e cores. Quase conseguimos sentir os cheiros das especiarias ou das baguettes, o toque daquelas sedas magníficas.

 

Se sou suspeita? Bem, como vocês sabem eu adorei a minha viagem à Índia no final do ano passado e foi tão bom reviver tudo. Mas mesmo que não conheças, é um daqueles filmes que nos faz bater o pé no chão e manter um sorriso a maior parte do tempo. 

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