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happyness is everywhere

O Povo português é essencialmente cosmopolita. Nunca um verdadeiro Português foi português: foi sempre tudo. FP

happyness is everywhere

Adeus futebol

Há dias, escrevi este post A sério, pessoas do Porto?. Hoje tenho de dar a mão à palmatória perante os cânticos do Benfica (acerca do very-light) e os do Sporting (acerca do Eusébio).

 

É com pouco pesar que vos digo, que não pretendo voltar a deixar o futebol entrar na minha vida.

 

Tomei a decisão de me afastar do futebol o ano passado. E olhem que eu via os jogos todos, sabia o nome de todos os jogadores, cheguei a ir a Alvalade.

Mas quando o JJ se juntou ao Bruno de Carvalho no meu clube de eleição, eu comecei a achar que tal combinação era muito explosiva. Pedi licença sem vencimento. Informei os meus amigos todos. Só voltaria a vibrar com o Sporting e com o futebol em geral, quando eles saissem.  

 

Agora tenho a certeza de que o futebol nunca mais será o mesmo para mim. Porque as claques e os dirigentes conseguiram torna-lo em algo pouco nobre. Conseguiram que os jogos se transformassem em duelos, em que ao fim de semana o comum dos mortais se agiganta e se torna intocável. O respeito desapareceu.

 

E para mim, uma pessoa ligada desde sempre ao desporto, e para quem o fair-play sempre foi primordial, o futebol deixou de ser um desporto para se tranformar em arena.

 

E eu digo NÃO a arenas. Fui.