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happyness is everywhere

O Povo português é essencialmente cosmopolita. Nunca um verdadeiro Português foi português: foi sempre tudo. FP

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Costurar de cabeça no ar

Sempre gostei de costurar.

Fazia bainhas à mão. Cozia botões, elásticos, colchetes. Na roupa do miúdo, pequenos ajustes. 
As coisas maiores pedia à minha mãe ou levava à costureira.

 

Até que a minha mãe me ofereceu há dois anos, uma máquina de costura que tinha lá por casa e à qual nunca se adaptou. Aceitei, experimentei. Gostei.

Já fiz muita coisa nela. As bainhas de cortinados, bainhas de calças e camisas, enfim, tudo o que for preciso. Nunca me aventurei a fazer uma peça de raiz.

Talvez um dia...

 

Mas este episódio que vos vou contar passou-se na época a.mc (antes máquina de costura), portanto cosido à mão.

Comprei um blazer. Os casacos assentam-me normalmente bem com excepção de um pormenor: as mangas. Tenho braços curtos e tenho sempre - sempre, de fazer as bainhas das mangas.

Vesti, medi, coloquei alfinetes numa das mangas.

Alinhavei, cortei, ajustei o forro,cortei o forro, alinhavei de novo, experimentei para ver se o forro não ficava repuxado, cosi. 

Desalinhavei. e pronto. Ficou lindo.

 

Passemos à outra manga.

Medi pelo pedaço que tinha cortado na outra manga.

Alinhavei, cortei, ajustei o forro,cortei o forro, alinhavei de novo, experimentei para ver se o forro não ficava repuxado, cosi. 

Desalinhavei. e pronto. Ficou lindo.

 

Fui vestir para ver como ficava.

What have I done???

 

Pois é, fiz a mesma manga duas vezes...  

Uma manga pelo cotovelo e outra pela falangeta 

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