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happyness is everywhere

O Povo português é essencialmente cosmopolita. Nunca um verdadeiro Português foi português: foi sempre tudo. FP

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Divórcio grisalhos

Li recentemente um artigo cujo título era "até que a reforma os separe".

 

Esta tendência global, mostra que os divórcios depois dos 50 anos estão a aumentar, e normalmente com mais de 20 anos de casamento. É de tal forma que já existe um nome: silver splitters. A explicação é que ao longo das décadas, as pessoas mudam e nem sempre o ou outro acompanha essas mudanças. E pasme-se, quem costuma tomar esta decisão são as mulheres! Os homens têm mais dificuldade em enfrentar e originar um conflito, pelo que enveredam por relações extra-conjugais (isto se até aí não o fizeram) e a outras estratégias que os tiram o mais possível de casa.

Mas e quando se dá este clic? Normalmente quando os filhos saem de casa, quando deixa de haver um foco nos filhos e estes deixam de ser a cola, os pontos de união e conversa.

 

"Apesar de os divórcios grisalhos não terem os problemas da guarda das crianças - os filhos já são adultos e independentes -, nem por isso são menos complicados!

O que foi partilhado durante tantos anos, as emoções e o facto de se enfrentar o mundo sozinho aos 50 ou 60 anos, faz com que estas decisões sejam muito ponderadas."

 

Conhecem casos assim?

Eu por acaso conheço 3 casos em que depois dos filhos terem saído de casa, eles não tinham nada mais a partilhar, mas por comodismo e/ou falta de posses, e/ou receio do que os outros iriam dizer, acabaram por ficar juntos.

 

9 comentários

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    semprescp 17.11.2017

    Concordo em absoluto Psicogata.
    As mães de hoje em dia parece que descobriram a pólvora.
    Que ser mãe é isto e aquilo.
    No entanto não tiveram nem 1% das dificuldades que as nossas mães e avós tiveram para nos criar.
    Tudo gira á volta da criancinha e depois quando acordam para a vida estão mortas.
    Mas é sempre a melhor coisa do mundo (mais porque não querem dar o braço a torcer).
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    Psicogata 17.11.2017

    Eu conheço casais que não têm um único momento a sós desde que têm filhos, como é possível manter uma relação saudável sem momentos a dois? Alguns não têm opção, mas a maioria tem, mas estão de tal forma focados nos filhos que não conseguem conceber um jantar sem eles, pior ainda é um caso bem próximo que são possessivos com o filho, não o deixando sozinho com ninguém, mesmo com a família próxima.
    O que farão esses pais quando o filho sair de casa? Como passarão o tempo? Sobre o que conversarão?
    Só não vê isto quem não quer, por mais que haja pressão para serem pais perfeitos não podem ser exclusivamente pais.
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    Fátima Bento 17.11.2017

    E a criança, que vai continuar a sê-lo mesmo depois da idade indicada para tal, vai fica completamente dependente e incapaz de amadurecer. Isso é doentio.
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    Happy 18.11.2017

    Sim, mas ainda que não haja maus tratos, a indiferença que pode instalar-se num casamento é desgastante e compreendo que mesmo nessas idades, se opte por tentar ser feliz!
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    Fátima Bento 18.11.2017

    Qualquer idade é boa para tal.
    Eu não me referia a maus tratos, mas à superproteção... viverem concentrados na criança, sem a deixar interagir com terceiros é negativo. Não vai crescer de forma a ser, um dia autónoma - e se, ainda assim, for proactiva, acabará por perder uns bons anos (ou ganhar, depende do ponto de vista) no divã...
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    Happy 19.11.2017

    Ainda há uns tempos li algo sobre isso e a senhora dizia que tem de telefonar para o filho para o acordar porque não quer que falte ao trabalho... what????
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    Fátima Bento 19.11.2017

    A minha sogra também faz isso com o meu filho, e pede que ele lhe ligue quando chega, e <i>o diabo a a sete</i>, porque acha que eu sou má mãe, coitadinha da criança que só tem 21 anos <i>meuricomenino</i>... Image


    Mas quando são os pais  -nomeadamente as mães - que os castram, a tratá-los sempre como bebés de colo, a coisa é realmente preocupante... Image nisso o senhor Freud lá tinha a sua razão...
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    Happy 19.11.2017

    Ah sim, isso é castrador.
    Mas deixa-me que te diga: que rica sogra! Image
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