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happyness is everywhere

O Povo português é essencialmente cosmopolita. Nunca um verdadeiro Português foi português: foi sempre tudo. FP

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O Povo português é essencialmente cosmopolita. Nunca um verdadeiro Português foi português: foi sempre tudo. FP

E quando apetece algo mais sério

Escrevemos sobre isso.

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Na Sábado desta semana vem este artigo. 

E depois de o ler, percebemos que estamos em 2018 a trabalhar com dados de 2012. Não se faz a mínima ideia no sector privado, como estão as coisas:

# Agravou-se a diferença salarial entre homens e mulheres?

# Sabemos quais as áreas de formação com mais retorno neste momento?

# As profissões com melhores salários mudaram?

# Quem regressa ao trabalho ganha mais ou menos do que ganhava antes da crise?

# As conclusões dos especialistas estatais sobre o impacto do salário mínimo e a evolução salarial são verdadeiras?

 

A resposta é que ninguém sabe

 

Porque pura e simplesmente não existem dados desde 2012 (dados estes revelados em 2014 - sentido de oportunidade espectacular, não?). Passámos por uma crise enorme, e agora que é preciso retomar a actividade e saber quais os dados reais, estes não existem.

Portanto todos os dados que ouvimos falar sobre emprego, eventuais estagnação salarial e precariedades, pecam por contraditório. Apesar de as empresas continuarem a comunicar anualmente os dados com número de trabalhadores, remunerações, categoria salarial, habilitações académicas, por ser obrigatório. 

 

Portanto resta perguntar. Não divulgam os dados porque não interessa? Ou será mesmo por incompetência do sistema e das pessoas?

O Banco de Portugal pressionou e está neste momento a trabalhar com dados recebidos em 2015 e referentes ao primeiro trimestre de 2013, que mostram que o desemprego chegou a 17,5%.

 

Parece-me que depois de uma crise com a que tivemos, seria importante determinar em que ponto estamos, para descobrir qual o melhor caminho a tomar e como está o país a mexer. Mas again, talvez não interesse que se saiba...

 

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