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happyness is everywhere

O Povo português é essencialmente cosmopolita. Nunca um verdadeiro Português foi português: foi sempre tudo. FP

happyness is everywhere

Mudar a alimentação, why not?

 2015 foi o ano da mudança de alimentação cá em casa. Maioritariamente por causa do meu filho e da sua defesa do meio ambiente, mas também na sequência de já evitarmos a carne vermelha. E foi assim que o vegetarianismo não-fundamentalista entrou por cá. Duvido que algum dia dê o passo seguinte até porque adoro queijo e não tenciono para já viver sem ele... 

 Uma sobrinha minha começou pelo vegetarianismo e rapidamente passou para o veganismo. Mas ela vive em Londres onde é moda e a oferta é enorme. Foi em Londres aliás, que em fevereiro '16 comi o melhor hamburger vegetariano da minha vida! A sério, ainda hoje salivo quando penso nele (!). 

Mas desde que mudei a base da minha alimentação, sinto que renasci na cozinha. Adoro cozinhar pratos vegetarianos inovadores, inéditos para mim e para isso servem as pesquisas na net e alguns grupos a que pertenço. Cogumelos à bulhão pato, croquetes de brócolos no forno, lasanha vegetariana, beringela parmegiana, esparguete de courgette, são alguns dos pratos que alegremente replico na cozinha. 

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Sempre lutei com o peso depois que tive o meu filho. Ganhei 20 kg, pois para além da minha tendência natural, o médico ainda achou que eu deveria tomar vitaminas quase até ao parto. Perdi algum após o nascimento, mas nunca mais voltei ao peso de antes. De lá para cá, tenho oscilado ora para baixo ora para cima, e quando em 2013 a balança se queixava menos, sofri uma queda na Suíça que me afastou de vez do exercício mais exigente. Mas vou tentar este ano recomeçar com yoga - pode ser que não tenha recaídas...

 

Gostaria de poder sempre comer vegetariano mas as minhas viagens nem sempre permitem. Há locais onde o cuidado de ter uma refeição vegetariana ainda não existe, e como temos muitas vezes menus pré-escolhidos, tenho de ser flexível e ajustar-me aos costumes. Porco e vaca, risquei literalmente do meu menu, mas quando por dias seguidos não tenho alternativas, alinho num peixe ou ave. Acabo muitas vezes nas cozinhas a tentar arranjar alguma coisa comestível com os chefs.

 

Se tenho saudades de alguma coisa? Não especialmente.

Se me sinto melhor? Sem dúvida. Se é fácil? Nem sempre. Se vou continuar? Definitivamente!!