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happyness is everywhere

O Povo português é essencialmente cosmopolita. Nunca um verdadeiro Português foi português: foi sempre tudo. FP

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Ready Player One - o filme

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A semana passada foi a vez do Steven Spielberg.

E só fui agora ver este filme por falta de opções, porque não achei o trailer muito apelativo e francamente nem é um tema que me alicie. 

Claro que aqui por baixo não há salas xpto e portanto fui ver em sala normal, em sessão normal e acredito que todos aqueles efeitos especiais poderiam ser mais apreciados pelo menos em 3D.

 

A acção passa-se em 2045, num mundo à beira do caos e do colapso social.

O OASIS é um universo virtual onde a população se passeia assumindo um alter-ego e escapando assim à vida miserável que a maioria tem. E aqui foi o que mais me impressionou. Porque é passar ao jogo (não consegui deixar de fazer um paralelismo com as redes sociais e com o Second Life) para fugir à vida chata e sensaborona que cada um tem.

O objectivo é ganhar o jogo de maneira a herdar toda a fortuna do criador do jogo, Halliday. E nessa corrida estão as pessoas individuais e empresas que querem dominar o jogo. Este é o resumo.

 

Se gostei? Não fugiu muito ao que eu esperava. É um filme à Indiana Jones, em que ninguém se magoa, ninguém morre, e até nos remete para os anos 80, na forma em como o jogo está apresentado: o apanhar moedas para ganhar vidas e riqueza.

E agora que penso nisso, não me recordo de ter rido em nenhuma cena...

 

Talvez com efeitos especiais consigam transformar este num filme excepcional, mas parece apenas uma forma saudosista de fazer um filme. O único efeito que tem em nós é pensarmos se algum daqueles frames pode ser real e em massa, no futuro...