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happyness is everywhere

O Povo português é essencialmente cosmopolita. Nunca um verdadeiro Português foi português: foi sempre tudo. FP

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Regresso ao tricot

A Joana, mesmo sem saber, tem andado a picar-me quando publicou aqueles posts sobre xailes.

E o facto do tempo ter andado instável fez-me pensar over and over again nos xailes dela. Num aconchego para pôr nos ombro numa saída à noite.

 

Vai daí não fui de modas. Loja comigo. Fio, agulhas de bambu e comecei. 

Já não fazia tricot há uns 20 anos. Ia escrever 30, mas lembrei-me a tempo que quando o meu filho nasceu, tinha andado algum tempo a fazer uma mantinha para o carrinho de bebé.


Claro que tenho boas memórias de tricotar com 15 anos as minhas próprias camisolas - naquele tempo não havia nem dinheiro nem oferta e portanto, o que seria melhor do que escolher a cor, o feitio e o formato das nossas camisolas?

Também aprendi renda na altura e lembro-me perfeitamente de ser eu a fazer os naperons para a cozinha. Por vezes, quando não lhes dava laçadas suficientes, aquilo começava a enfolar e eu tinha de desmanchar. Nada me custava tanto como desmanchar. Cada volta perdida era um rio de lágrimas. A sério. Tão melodramática!!

Mas o ponto mais difícil estava para vir e foi dos últimos pontos que aprendi. Miosótis. Era bem bonito. Não sei se conseguiria voltar a fazê-lo. Presumo que seja como andar de bicicleta - nunca se esquece...

 

Bom, mas quanto ao meu xaile, eis como está.

 tricot (2).jpg

 

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