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O Povo português é essencialmente cosmopolita. Nunca um verdadeiro Português foi português: foi sempre tudo. FP

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Viagem a Lisboa - Mafra

Só esta semana me apercebi, ao ouvir uma notícia na televisão, de que não completei a última parte da minha Viagem a Lisboa, faltando-me o Convento e Palácio de Mafra.

A escolha do Palácio de Mafra para o passeio foi minha e deveu-se a algo que tinha lido e sobre o qual escrevi neste post.

Um pequeno aparte

Mas a notícia de há uns dias escandalizou-me! (já vou à viagem já, já. Deixem-me desabafar!)

Então, parece que os sinos do Palácio estão em risco de cair. Mas estão em risco de cair há 14 anos. E o que foi feito para evitar que caiam? 

Simples: alugaram-se andaimes para os suportar.

E ainda lá estão, perguntam vocês. Sim, estão e custa o aluguer 40.000€ por ano. Agora façam as contas... 14 anos a 40 mil ao ano dá... 560 mil. Pena a empresa que os aluga não ser minha 

Agora soubemos pela notícia que a obra para restauro dos suportes dos sinos está orçamentada em milhão e meio. Portanto pronto, estamos todos felizes! (é quando sabemos destes e de outros casos que vêm à baila quase todos os meses que percebemos como é que o Estado gasta tanto dinheiro...)

 

Terminou o aparte, vamos à visita!

Depois da visita ao Buddha Eden, fomos almoçar à Malveira (santo almoço ) e depois dirigimo-nos para Mafra.

 1.jpg

 O Palácio de Mafra é simplesmente fabuloso. No Convento, existe um conjunto de dois carrilhões composto por 98 sinos afinados musicalmente entre si, e só por si são históricos, já que são  um dos maiores carrilhões históricos do mundo.

 

Alguns pormenores do Palácio de Mafra, onde viviam os reis. A última foto parece ser um antepassado dos nossos conhecidos matraquilhos.

Ainda hoje me impressiona a distância entre a ala do rei e a ala da Rainha. E o frio que deveria estar de noite, para fazer o caminho. Acho que já entendo e perdoo as traições que aconteciam nos entretantos.... 

 

 

E para terminar a Biblioteca, onde não se pode entrar à vontade, já que o calor humano e da respiração alteram o equilíbrio da humidade necessário para conservar livros tão antigos. E para além disso, há que preservar os morcegos vivos lá existentes que têm um papel preponderante na conservação das escrituras. Ainda assim, o que se vê deleita os nossos olhos. É linda!

 

 (Agora que tenho umas noções de fotografia, até dói publicar estas fotos, tiradas na era pré-workshop! )

 

Primeira parte da viagem aqui, ao Pilar 7 e aqui ao Buddha Eden.

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